“Não há maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes” (Albert Einstein)

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Trilha do Empreendedor, um aplicativo que ensina o passo a passo para Para acessá-lo, é só clicar na imagem.abrir um negócio


Para acessá-lo é só clicar na imagem abaixo. É gratuito, mas exige um cadastro prévio.


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  Direito e Gestão Empresarial

terça-feira, 21 de maio de 2013

Conheça ferramentas gratuitas que ajudam com o planejamento financeiro

Boa parte dos trabalhadores brasileiros chega ao fim do mês reclamando de uma situação financeira “pouco confortável”. Isso acontece, muitas vezes, por falta de planejamento financeiro. Além dos caderninhos e planilhas, agora há opções online que ajudam a comparar taxas de juros, fazer balanços orçamentários, relatórios de compras e de movimentação financeira.
A maioria destes serviços é oferecida gratuitamente e tem aplicativos para celulares. Basta fornecer um e-mail para cadastro. Conheça algumas plataformas que podem ajudar:
Minhas Economias – Voltado principalmente para o gerenciamento financeiro, o site é gratuito e possui aplicativos para dispositivos móveis. Um dos principais atrativos é um blog com dicas de educação financeira. Permite que os usuários importem as planilhas que já usavam no Excel, por exemplo.
Organizze – Também voltado para o gerenciamento financeiro e com aplicativos, mas oferece três tipos de versões: paga, gratuita e empresarial. Com as versões pagas custando de R$7,90 a R$9,90 por mês, é possível classificar despesas por critérios de importância ou data de vencimento e definir metas mensais de poupança.
bankFacil – Um simulador de cartão de crédito totalmente gratuito. Simula solicitações de empréstimos, permite que o usuário compre planos de seguros e faça planejamentos financeiros ou resumos patrimoniais.
Canal do Crédito – Boa opção para quem está atrás de um imóvel, a plataforma é um simulador de crédito imobiliário. Gratuito, simula também o financiamento de veículos, a participação em consórcios e assessora o consumidor com diversos cálculos de taxas e tarifas necessárias até a obtenção do crédito.
Dinheirama Online – Nasceu como um blog de educação financeira, mas já é uma ferramenta gratuita de planejamento para quem lida com múltiplas contas. É possível cadastrar fluxos de diferentes bancos e cartões de crédito e ainda se cadastrar para ser avisado via e-mail quando o planejamento estiver ameaçado.

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Direito e Gestão Empresarial

domingo, 19 de maio de 2013

Oito dicas para abrir uma empresa

Especialistas orientam o empresário nas principais etapas para começar um novo negócio

Por Andressa Trindade

Da revista PEGN

 Shutterstock
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Começar um negócio de sucesso não é só encontrar um ramo de atuação, um nicho de mercado e o perfil certeiro de cliente. No processo de abertura da empresa em si, é preciso estar atento em todos os passos e detalhes mais técnicos desse processo, como o contrato social, a tributação e a escolha do imóvel. São questões importantes que, se mal resolvidas, podem atrapalhar os planos do empresário. Confira a seguir oito dicas de especialistas para enfrentar esses passos de maneira mais eficiente e segura. 

1. Confecção do contrato social 

Na abertura do negócio, o empresário deve atentar na confecção do contrato social, em que são relacionados aspectos práticos do funcionamento do negócio, como definição básica da empresa (nome, endereço e atividade), o capital social (valor ou bens investidos), a relação entre os sócios e a divisão dos lucros.

Uma maneira de agilizar o registro do contrato social é procurar o sindicato da categoria da empresa e verificar se possui um posto avançado da junta comercial. Assim, o procedimento, que geralmente demora cinco dias para ser concluído, pode ficar pronto em 24 horas.

De acordo com o contador Vicente Sevilha Júnior, autor do livro Assim Nasce Uma Empresa (editora Brasport, R$ 59), é importante ter certeza dos termos especificados no contrato social, porque mudanças de regras, ou seja, alterações contratuais, implicam refazer as inscrições federal, estadual e municipal e as licenças. As modificações, no caso das sociedades limitadas, só podem ser feitas se 75% do capital estiver de acordo. Erros formais, como grafias incorretas, são facilmente resolvidas com retificações no contrato.

2. Escolha do melhor regime de tributação 

Na hora de abrir a empresa, o empreendedor deve estudar os três regimes de tributação existentes – Simples, lucro presumido e lucro real – e decidir qual deles é o mais indicado para o negócio. “No início das atividades, a tendência é usar o lucro presumido ou Simples. Como não há histórico, é difícil prever qual será margem de lucro efetiva. Se o negócio indica prejuízos consideráveis nos primeiros anos, o lucro real é o melhor negócio”, afirma Sevilha Júnior.

No sistema do Simples, permitido para empresas com faturamento anual de até R$ 2,4 milhões, a cota de pagamento de imposto varia de acordo com a atividade e o porte da empresa e é crescente em relação ao faturamento – quanto mais a empresa fatura, maior é o valor desse tributo. As alíquotas variam de 4% a 27,9% do faturamento.

3. Escolha do imóvel 

Ao instalar a estrutura física do negócio, o empresário deve escolher um local que seja adequado para o seu público-alvo. “Se as classes A e B são o foco do negócio, é interessante oferecer espaço para estacionamento; e se o perfil está nas classes C e D, o empreendedor deve procurar locais mais populares, com fácil acesso a transportes públicos”, exemplifica Sandra Fiorentini, consultora jurídica do Sebrae-SP.

Em relação aos contratos de locação, a consultora observa que muitos empresários costumam alugar o imóvel comercial por um ano apenas. “Eles devem pensar se é por um ano que querem ter a empresa. Por isso é interessante procurar fazer o contrato com o prazo máximo, normalmente de cinco anos. Assim o empreendedor garante o direito de ficar naquele local por pelo menos esse período”, explica Fiorentini.

Com esse contrato, o empresário também tem chances de ser beneficiado com a possibilidade de ação renovatória da locação, que permite mais cinco anos de aluguel, desde que o pedido seja feito até seis meses antes do término do contrato. Outros aspectos que necessitam atenção são negociação de carência para pagamento do aluguel e percentuais de reajuste – itens que podem causar conflito entre inquilino e proprietário.

4. Registros do imóvel e licenças 

Antes de assinar um contrato de aluguel, é essencial verificar qual é a condição do Habite-se do imóvel (autorização da prefeitura para que ele possa ser habitado) e as regras de ocupação de solo (cada cidade define regras específicas em leis de zoneamento). Em algumas áreas, não é permitido funcionamento de atividades comerciais. Além disso, imóveis que têm declaração residencial não devem ser usados para fins comerciais.

Quando a empresa já está legalmente constituída, com contrato social, CNPJ e inscrições, zoneamento e Habite-se regularizados, o empresário consegue o alvará de funcionamento. A emissão do documento é taxada pelas prefeituras, com valor aproximado de R$ 100. “Recomendo que a solicitação do alvará seja feita por um engenheiro, que é um profissional qualificado para avaliar zoneamento, Habite-se e condições do imóvel”, afirma Sevilha Júnior. 
Outras licenças também podem ser necessárias e dependem da atividade da empresa. Uma indústria, por exemplo, precisa de uma licença ambiental, que vai analisar a melhor maneira para cuidar dos resíduos gerados durante a produção. Em São Paulo, o documento é emitido pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). 
 5. Contratação inicial de mão de obra 

O plano de negócios, feito antes de a empresa começar a funcionar, deve conter um cálculo cuidadoso do volume de operações do empreendimento e do número de funcionários necessário para manter essa atividade.

Para Sandra Fiorentini, consultora jurídica do Sebrae-SP, o empresário precisa verificar a sazonalidade do negócio que vai iniciar e, a partir disso, quantos funcionários deverá ter e quantas horas deverão trabalhar. De acordo com Sandra, o contrato chamado “a tempo parcial” permite uma jornada de trabalho de até 25 horas semanais, sem hora extra e com registro em carteira de trabalho. O modelo é adequado, por exemplo, para o segmento de lojas e restaurantes: com demanda de clientes maior nos finais de semana, é necessária a contratação de mão de obra para esses dias específicos. O empresário remunera esse profissional multiplicando o valor por hora do piso salarial da categoria pelo número de horas trabalhadas. “Assim, não há ociosidade de funcionários, há considerável redução de custos e a prática está totalmente de acordo com a lei”, afirma Sandra.

6. Cálculo dos custos de abertura da empresa 

Além dos custos com infraestrutura e pessoal, é preciso levar em consideração os custos com a abertura da empresa em si. Os principais gastos para abrir uma empresa são as taxas da junta comercial e da emissão do alvará, além de outras que variam entre estados. Segundo Sandra Fiorentini, do Sebrae-SP, o custo total é de entre R$ 700 e R$ 2 mil.

O empresário pode fazer a opção de contratar um profissional apenas para resolver a burocracia, como um despachante ou um consultor, como geralmente fazem os contadores. Esse tipo de escolha influencia os gastos de abertura do negócio. Sevilha Júnior afirma que o preço dos escritórios contábeis pode variar até 200%, mas normalmente fica em torno de R$ 1.500. Advogados também podem ser contratados para orientação e também para serviços mais técnicos.

7. Pagamento de pró-labore e lucros 

Um erro muito comum do empresário, segundo Vicente Sevilha Júnior, é se esquecer de contabilizar o seu próprio pagamento pelo trabalho que realiza no negócio. “Na hora de montar uma empresa, todas as contas dos gastos mensais são feitas, mas os empresários esquecem que precisam de um salário para passar o mês. Essa remuneração é chamada de pró-labore e deve fazer parte dos custos”, esclarece.

Os sócios que trabalham diretamente na administração do negócio têm direito a receber essa remuneração tributada, que corresponde a um salário compatível com a função desempenhada. “A melhor regra para definir esse valor é ter como base os salários de mercado”, explica Sevilha Júnior. Desde 2003, a legislação permite que administradores não-sócios também recebam pró-labore.

A distribuição de lucros deve ser feita na mesma proporção do valor investido na empresa. Outra maneira de pagamento para sócios são os juros sobre capital próprio, referentes ao valor que foi investido, por exemplo, na compra de máquinas e equipamentos.

8. Escolha do contador 

Para escolher um profissional sério e capacitado, principalmente que dê orientação ao empresário iniciante, é aconselhável fazer uma pesquisa do registro do profissional no Conselho Regional de Contabilidade – em alguns estados, é possível fazer a consulta pela internet. Sevilha Júnior também recomenda visitas ao escritório do profissional e conversas com outros clientes atendidos por ele. “Uma sugestão é procurar profissionais que atendam empresas do mesmo segmento do empreendedor”, afirma Sandra Fiorentini. 
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Direito e Gestão Empresarial

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Diferenciação


Uma grande estratégia sempre busca levar a uma diferenciação. Diferenciação, diferenciação, diferenciação. Estratégia não é o que você diz e sim o que você faz.


Está fazendo igual a todo mundo? Seus dias estão contados...


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quinta-feira, 2 de maio de 2013


Principais pontos de uma aula com Harry Kraemer, ex-CEO da Baxter International Inc.

Se sou líder tenho alguma responsabilidade por causar algum impacto. Será que estamos sendo produtivos de fato ou estamos indo tão rápido que não conseguimos refletir?

Há uma forma infinita de se fazer as coisas. Não é preciso dar respostas pra tudo e sim fazer, à nossa maneira. Assim que percebemos que não dá pra fazer tudo, temos que priorizar iniciativas, alocando recursos.

Disciplina, foco, consistência e credibilidade. Um líder precisa investir tempo pra entender todos os lados da história. Liderança e democracia não devem ser confundidas.

Como nos tornar melhores líderes? Quatro princípios:

- Auto-reflexão - Desplugar e refletir. Fazer rápidas perguntas a si mesmo. Perguntas úteis como "quais são meus valores", "o que represento", "o que faz diferença", "quais são minhas metas", "o que é sucesso e o que é fracasso". Quem define se eu sou ou não bem sucedido? Se eu não consigo resolver as coisas para mim, como liderar os outros? Refletir minimiza surpresas.

- Equilíbrio - Na medida que se assume responsabilidades novas, temos que pensar bem no que fazer e deixar de fazer. O número de horas é o mesmo. O que parar de fazer para fazer novas coisas? O que fazemos hoje que extraímos pouco? (Tipo ver tv). Avaliar bem os trade offs. Proporcionar flexibilidade aos colaboradores, os torna mais fiéis, diminui a rotatividade e melhora a eficiência. 70%/80% dos principais CEO estão em completo desequilíbrio. Se conseguirmos levar as pessoas a pensar sobre essas coisas já será um grande avanço.

- Autoconfiança - podemos agir de forma autoconfiante, mas não o ser. Existe uma correlação inversa entre os graus de demonstração de autoconfiança e ter a verdadeira autoconfiança. Sempre vai haver gente mais inteligente que nós, mais atlética e mais articulada. Mas temos que crer que vamos aprender e melhorar. Autoconfiança não é arrogância. As coisas em que já somos bons nos trouxeram até aqui. Cerquemo-nos de pessoas boas naquilo que podemos melhorar. Foquemos em lacunas. Já chegamos a ponto de nossa carreira de admitir que não sabemos? De admitir erros? Isso tudo leva à verdadeira autoconfiança.

- Humildade genuína - Como chegamos ao cargo que ocupamos? A maior parte vai dizer que trabalhou muito para isso e que tem competência. Há mais quatro respostas, segundo o professor: Sorte, timing, pessoas da própria equipe e força divina. Lembrar de onde viemos é muito útil e importante.

Muita gente vai elogiar e dizer que somos fantásticos. Temos que ter gente para nos ajudar a manter os pés nos chão. Lembrar sempre do cubículo onde começamos. Quando somos promovidos os colegas querem saber antes de tudo, se ainda seremos aquele colega de antes. Caso da festinha. Será que vai? É importante um pequeno grupo de pessoas que sempre te lembre quem você é, de onde veio. BTR - Back to reality.

Se pudermos fazer progressos nesses quatro quesitos, estaremos aptos a liderar. O que fazer a seguir, dado o fato de estar organizado o suficiente?

Como garantir a aplicação desses princípios?  É como preparar uma estrada.

- Certificar-se quais são os valores, expectativas e conseqüências.

- Pessoas - desenvolvimento de lideranças e gestão de talentos. O que faz bem ou não. Potencial integral. O que fazer para subir. Feedbacks.

- Estabelecer direção clara - nunca utilizar a palavra visão, pois pode parecer muito filosófica.

- Comunicação efetiva - Cada pessoa da equipe deve entender o que estamos fazendo, como entram nisso.

- Engajamento e motivação - refletir se a equipe funciona bem mesmo. Qual a diferença entre uma equipe ótima e uma ok. A ótima tem metas edificantes e claras, que todos compreendem.

- Execução - delegar, estando perto para saber o que precisa ser alterado. E a capacidade de saber isso, sabendo o equilíbrio correto entre o curto e longo prazo é o que é buscado.

- 3C - Change, controverse and crisis - Não é questão de "se" e sim de "quando". Algumas pessoas detestam mudanças. Mas os líderes lidam com mudanças proativamente. Se o líder não lida bem com mudanças, confortavelmente, a equipe também não consegue. Mudança+incerteza=caos.

- Responsabilidade social - Alguma coisa além da empresa.

Gastar o maior tempo entre pessoas e comunicação, com 95% do tempo.

Se todas as pessoas certas sabem exatamente o que é pra ser feito, o que mais é necessário? Focar nas pessoas chave, que são  multiplicadoras do discurso (focar 8 pra chegar em mil) e repetir exaustivamente.

Melhor equipe, melhor parceiro para os clientes, melhor investimento para os acionistas e melhor cidadão.

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

O case da Ikea

Preço, seleção, qualidade, serviço, ambiente físico, design são os destaques dessa enorme cadeia de lojas sueca, foi fundada em 1943 e que conta hoje com 238 lojas em 34 países. Infelizmente não estão no Brasil. Dariam uma surra em muitos genéricos que existem por aqui.

Lojas de baixo custo eram depressivas, com baixa diversidade de produtos, baixa qualidade, sem serviços e design pouco atrativo.

Lojas sofisticadas tinham preço alto, seleção ampla e profunda (vários estilos e variedades), alta qualidade (móveis feitos para durar), tinham serviços (consultorias, entrega, montagem), ótima ambientação nas lojas e móveis muito bem projetados e com customizações.

Ikea tinha preço baixo, seleção média junto com outros produtos, qualidade média já tendo sido ruim, sem serviços, com tudo self service, ambientação maravilhosa e design diferenciado, com estilo. Leva os móveis na hora que compra, quando outros concorrente podem demorar meses para entregar.

Qual o aspecto central da proposta de valor? Preço. Eles deixam isso muito claro. Querem oferecer produtos a preços tão baixo que o máximo de pessoas pode pagar e ainda sobra dinheiro para comprar outras coisas. Os preços são 30% a 50% abaixo da concorrência. (As genéricas do Brasil são assim?)

Muitas competências e habilidades foram desenvolvidas internamente. Destaque para o design e logística (embalagens planas, não querem transportar ar,  e estética que dá um charme próprio). Constantemente eles redesenham, fazem ficar mais plano, com peças menores.

As compras são cada vez mais em escala mundial. Peças de um mesmo item podem vir de países/fornecedores diferentes.

Hoje eles até enviam e montam, mas cobrando taxas. Mas mantém a premissa de "vc faz o seu trabalho e economizamos dinheiro pra vc". Walmart também vende em escala mundial e tem embalagens planas, mas não recria a ambientação das lojas e não tem o design, os produtos são e também parecem baratos.

"Soluções acessíveis pra viver melhor" é o lema da empresa.

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Pain points: Reduzindo os custos do seu cliente

Se queremos reduzir nossos custos, porque não reduzir os custos do cliente? 

Identificar os pontos incômodos para o cliente e atacá-los é um enorme diferencial. Inovar, usar tecnologias, melhorar a logística, agilidade, customizar atendimento com informações técnicas, prover segurança, enfim, são muitas as possibilidades.

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Quais as perguntas corajosas das nossas vidas?


Onde estarei daqui  há 3 anos?

Sou um bom gestor do meu negócios? E dos meus colaboradores?

Mereço estar onde estou?

Mereço progredir?

O que é sucesso? Quem está medindo meu sucesso?

Há respostas populares, políticas, seguras e as corretas.A verdade dói mas pode ser um presente. Muitas pessoas deixam de lado as conversas difíceis. 

E você?


Direito e Gestão Empresarial

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O que um líder faz?


Engajar, inspirar, dar exemplo, atitude positiva, visão...

Ampliando bastante o horizonte do líder creio que ele deve 1) dominar a missão, a estratégia de sua empresa, 2) construir influências, gerando inspiração, engajamento, fazendo coisas através de outras pessoas e, por fim, 3) criar impacto, gerando resultados.

Há que se ter muito cuidado com os "desinspiradores", que criam formas de dizer que "está louco", "vago", "seja realista" ou "você não está alinhado"...

É possível construir uma liderança genuína se seus colaboradores não sabem nada da sua vida?

Uma dica. Busque sempre tempo para reflexão. Encontrar algum momento diário que permita dar um passo para trás e olhar para o todo. Muitas idéias vêm num momento inesperado. Quem nunca esteve submerso num projeto e, ao sair para fazer outra coisa diferente, teve uma boa idéia relacionada ao projeto? Isso é muito comum. Momentos de ausência de estímulo são importantes.

Por fim. Que tal fazer questionamentos provocativos? Precisamos de pessoas que façam perguntas que não são feitas normalmente. Perguntas corajosas. Pensem nisso.


Direito e Gestão Empresarial

domingo, 21 de abril de 2013

Nosso canal no Youtube

Caros amigos, convido a todos para conhecer um espaço no Youtube onde reúno algumas das palestras ministradas, vídeo aulas e outras coisas relativas à atuação da Unidade de Desenvolvimento Territorial do Sebrae Nacional.

É só clicar AQUI ou na imagem abaixo e se registrar para receber as atualizações. Também fica o convite para o Twitter @spinolaandre

Grande abraço a todos.



http://www.youtube.com/user/direitogestao/featured


Direito e Gestão Empresarial

sexta-feira, 19 de abril de 2013

VAREJO: O CLIENTE PREFERE O MERCADO REGIONAL AOS GIGANTES



Pequenas redes de supermercado, de alcance restrito aos municípios e bairros, superam os gigantes do varejo nacional, como Pão de Açúcar, Extra e Carrefour, na preferência do consumidor. É o que aponta a pesquisa da consultoria CVA Solutions, realizada em julho/2012 com 6.183 consumidores.



Entre os grandes supermercados, o único com desempenho comparável ao dos regionais é o Walmart.
Conhecer os funcionários e os gerentes há anos, encontrar variedade de produtos locais nas prateleiras e ficar menos tempo na fila são as formas encontradas pelos supermercados regionais para enfrentar a concorrência de grandes redes.
Um dos maiores desafios para conquistar o cliente ainda está na maneira com que as redes tentam se aproximar das pessoas. “O grande varejista manda uma carta no dia do aniversário do cliente, mas ele percebe que é feita no computador. Na pequena, recebe os parabéns do gerente que conhece há anos”, diz Claudio Felisoni, coordenador do Provar (Programa de Varejo da USP).
A modernização do ponto de venda no pequeno varejo é um desafio, pois precisa oferecer conforto e satisfação para o consumidor. Projetos de layout, comunicação visual e design de lojas são ferramentas que podem alavancar e rentabilizar as vendas. Na prática, o ambiente deve ser iluminado, evitar gôndolas de madeira e degraus no interior do loja. A fachada deve ser moderna para atrair clientes e os setores devem estar distribuídos corretamente. Por exemplo, o açougue não deve ficar próximo ao setor de material de limpeza.
É importante saber utilizar as ferramentas de comunicação e marketing, pois são ferramentas poderosas para atrair mais clientes, aumentar o tíquete médio e construir uma imagem de preço competitivo.
Ter material de comunicação no ponto de venda, compor um calendário promocional e realizar campanhas e promoções podem potencializar o empreendimento e a rotatividade nas vendas.
Outro aspecto fundamental é a gestão do negócio com a utilização de sistemas de automação comercial e programas de gestão específicos para o seu negócio.
Com relação a compras, é importante manter um mix de produtos adequados e reduzir as rupturas nas gôndolas, que é quando o cliente deixa de comprar um produto porque não foi reposto apesar de haver disponibilidade de estoque.
Os produtos buscam cada vez mais satisfazer as necessidades e desejos de um consumidor cada vez mais ávido por customização, produtos que atendam a suas demandas específicas.
Tendências e novidades em produtos
  • Embalagens ganham tamanhos distintos para agradar consumidores com necessidades diferenciadas, incluindo embalagem na versão mini para uso único.
  • Produtos são customizados para atender a demandas específicas ou aos desejos do consumidor por produtos ambientalmente corretos.
  • Embalagens diferenciadas são criadas para atender a todos os tipos de públicos.
  • Produtos considerados comuns, como água mineral, ganham ares sofisticados e valor agregado com embalagens que fogem aos padrões.
  • Antigas latas de conserva ganham embalagens novas em versão de saco para atender a novos nichos e facilitar o uso.
  • Produtos de empresas distintas usam o poder de outras marcas, como time de futebol para diferenciar e agregar valor ao seu produto.
  • Linhas de produtos de limpeza ecológicos aliam eficiência e sustentabilidade para agradar consumidores exigentes.
  • Luvas de limpeza ganham tamanhos específicos (P, M e G), além de novas matérias primas para atender as especificidades dos clientes.
  • Água de coco ganha praticidade na embalagem em lata individual e mais sabor com o acréscimo de outras frutas.
  • Produtos tradicionais ganham diferencial competitivo por exibir em seus rótulos a indicação de “orgânico”.
  • A indústria de alimentos se antecipa aos megaeventos lançando produtos temáticos que atraem a atenção do consumidor, exemplo Copa do Mundo 2014.
  • Produtos do campo ganham embalagens que remetem o consumidor à experiência da vida rural.
  • Doces incluem brinquedos e brincadeiras é uma tendência no mercado de produtos infantis.

Mais do que preço
Quando o preço, um dos principais fatores de decisão de compra, não é necessariamente menor nas grandes redes, o consumidor opta pelos supermercados que está acostumado a visitar há anos em sua região.
“O consumidor percebeu que o preço não é tão mais vantajoso nos maiores. Na hora de comprar, ele considera não apenas promoção e preço, mas também a forma de ser atendido, a qualidade do serviço e o tempo que vai levar para se deslocar”, diz Sandro Cimatti, da CVA.
Em 2013, teremos a Copa das Confederações. Aproveite para escalar e treinar a sua equipe para fazer muitos gols. E lembre-se: a arena é a sua loja.
Qual a sua estratégia para atrair e reter os seus clientes? Já elaborou o seu calendário de eventos promocionais para 2013?
Comece logo, comece agora e boas vendas!


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

O mundo não é um só!



Sempre mantenha a missão da sua empresa em mente. Muitas vezes a missão e os valores são pouco claros.

Mas viva os múltiplos mundos. Pessoas de várias formações são melhores para argumentar, conseguem arregimentar recursos mais facilmente, gerar novas idéias, tem mais empatia em relação a outros pontos de vista.

Crie uma carteira de opções, não só nos negócios, mas também na vida pessoal. O que fazer em caso de mudanças, incertezas e riscos? No início de um projeto temos mais incerteza e menos riscos, já que ainda há pouco investimento. Essa curva vai se invertendo. Como lidar com isso? Gerencie o custo do fracasso e não o número de fracassos.

Acima de tudo, conheça a si próprio. Você é a fortaleza ou o navio? Otimista ou pessimista? Gosta de visualizar o futuro ou fazer o futuro? Tudo isso se complementa e não existem "Super-Homens".

Prepare sua mente. Pense, preste atenção.

Diversifique e teste coisas novas. Prototipe. Olhe para o futuro.

Encontre o significado real!


Direito e Gestão Empresarial

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Quem conta sua história de sucesso?


Quando uma parte do seu time começa a contar a sua história, a história da sua empresa, isso é um diferencial do sucesso.



Direito e Gestão Empresarial

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Agir antes da crise


O WalMart fatura U$ 450 bi por ano. É o equivalente ao PIB da Noruega ou do Irã.  Outra cadeia norte americana de supermercados, a Kmart, foi fundada no mesmo ano do WalMart, em 1972. No início dos anos 80 o WalMart foi catapultado, a partir da estratégia de ter grandes lojas em regiões de baixa densidade populacional, para responder à demanda local. O Kmart insistia em ficar apenas nas grandes cidades, onde eles afirmavam ter gente.

O Kmart fechou os olhos para a estratégia do concorrente por mais de 10 anos e aí faliu. Outros varejistas começaram a copiar e saturar o mercado. Como nenhum "truque" dura para sempre, Sam Walton, fundador do Walmart, criou outro jeito de operar, buscando alavancar o tamanho para criar valor na cadeia de suprimentos. Também pediu aos funcionários idéias. Todos sabemos o que aconteceu. Mudou o setor.

Aqui no Brasil, além da bandeira consagrada, a rede controla o Hiper Bom Preço e Maxx Atacado. São 200 milhões de "tickets" por semana e 2,2 minhões de empregados.


Esse é um ótimo exemplo de ação antes da crise.


Há 3 formas básicas de buscar diferenciais de competitivos - liderança em produto, experiência/intimidade com o cliente e liderança operacional (custos). WalMart buscou o último.

Onde focar?

Abra mão das limitações. As vezes somos condicionados a pensar primeiro nas limitações. Pensemos primeiro na oportunidade.

Mostre os pressupostos, verifique a periferia, preste atenção nos concorrentes.

Leve seus pensamentos ao limite. Redefina as dimensões, fazendo algumas coisas diferentes.

Por fim, AJA!!


Direito e Gestão Empresarial

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Inovação pela periferia do seu negócio?


Todo mundo pode tomar decisões fáceis de negócio, com valor presente líquido claro. Essa é a razão pela qual o líder deve preservar tempo e recursos para o futuro.

Pode-se inovar em qualquer aspecto de um negócio. Como pensar onde focar a inovação e investir recursos?



Produto, Canal, Cliente e Processo são as grandes áreas de inovação, mas os grandes desafios acontecem na periferia. No geral todo mundo vai pras mesmas feiras, vende para os mesmos setores. Empresas do mesmo setor inovam nas mesmas dimensões dos concorrentes. Aí tem que correr rápido só pra ficar no mesmo lugar. E se escolher alguma(s) dimensão(oes) em que ninguém está prestando atenção? Algumas vezes há dimensões em que ninguém presta atenção, com razões. O importante é saber se estas razões estão corretas. 

Anos atrás, todos concordavam que seria estúpido anunciar remédios para o consumidor final, pela necessidade de ter receitas do remédio dadas pelo médico. Nos anos 90 a Pfizer pede ao FDA (Foods and Drugs Administration Americano, algo similar à nossa Anvisa, só que com alguns séculos à frente) autorização para fazer propaganda direta do Prozac, que chegou a ter 95% de margem. Idem para um remédio para distúrbio gastrointestinal. Isso mudou as bases da concorrência de uma indústria inteira. Se a Pfizer tivesse errado, teriam perdido alguns milhões. Com o sucesso chegaram a um faturamento de U$ 6 bi/ano só com esse remédio.

A essência da gestão é a resolução da incerteza através de um processo racional.

O que significa periferia para o seu negócio?

Direito e Gestão Empresarial

terça-feira, 9 de abril de 2013

Para migrar de Empreendedor Individual para Microempresa é necessário ir à Junta Comercial?




A resposta é não e de forma bastante enfática, já que algumas Juntas Comerciais estão alardeando que é necessário realizar a baixa do EI/MEI para uma nova constituição empresarial como empresário individual.

Essa interpretação é totalmente equivocada. Quem tiver tido algum problema ou prejuízo por conta disso, pode, e deve, responabilizar esses agentes públicos. Abrir e fechar empresas é coisa séria. Não se pode sair por aí dizendo que um empreendimento deve ser fechado por mera questão burocrática.
Para migrar de EI para ME não há que fornecer qualquer informação à Junta Comercial.

É um processo administrativo fiscal e não comercial, e muito simples por sinal.

Para saber como fazê-lo, clique AQUI.

Para saber mais sobre o EI/MEI clique AQUI.


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