Postagens

MVP versus Protótipo

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Dois termos que utilizamos muito na nossa jornada no desenvolvimento de aplicações e que representam muito esforço pra atingir nossos objetivos, sempre focados ao máximo no usuário, mas que também são muito confundidos. Esse quadro é básico mas ilustra bem as principais diferenças entre MVP e Protótipo.
Créditos ao prof. Wankes Leandro.

Transformação digital e políticas públicas

Apresentação realizada com alguns elementos para a discussão de como o processo de transformação digital hoje em curso pode impactar a agenda de políticas públicas. A Des-Re-Aprendizagem, a quebra de clichês, novos conceitos e insights. 
Transformação digital e políticas públicas from André Spínola

O Hook Canvas e a criação de hábitos e vícios no consumo de serviços digitais

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Hooked” nos remete a alguém que foi fisgado por um produto ou serviço e se tornou um “heavy user”, alguns a ponto de serem considerados viciados. Acho que não é difícil imaginar isso quando temos o Facebook ou o Whatsapp em nosso cotidiano, não é? E também com mais de 3 bilhões de smartphones mundo afora, fica fácil chegar em todos nós.
Mas a pegada “hook” vai muito além. O usuário tem que ser conquistado e capturado por uma verdadeira teia de uso. Nir Eyal, uma referência no assunto, autor do livro "Hooked: How to Build Habit-Forming Products" identifica um comportamento cada vez mais comum no mindset digital e no mundo das plataformas que é a identificação de possíveis hábitos na sociedade e a criação de serviços digitais que tiram proveito disso.
Pela sua teoria, em linhas gerais, um comportamento, gera um gatilho, por onde o usuário age de alguma forma, sendo recompensado. Isso gera um ciclo que amplifica esse comportamento e cria um hábito ou um vício. Esse é o sonho de …

Power Hacks nº6, com Marcelo Minutti: Inovações Disruptivas

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O último papo da nossa série Power Hacks é com o Marcelo Minutti, palestrante, mentor e pesquisador nas áreas de inovação, transformação digital, marketing e design de negócios. É Head de Inovação e Prática Digital da MSLGROUP Andreoli  e coordena o MBA em Marketing e Comunicação Digital do IESB em Brasília.
Marcelo, as inovações acontecem cada vez mais velozmente e são cada vez mais impactantes. Quais são os principais motores das grandes disrupções?
Sinais disruptivos estão ao nosso redor o tempo todo. Nesse contexto, as disrupções surgem quando conseguimos identificar, interpretar e explorar esses sinais por meio de soluções inovadoras. Dou o nome de “Forças Disruptivas” para esses movimentos de ruptura e nos últimos anos categorizei essas forças em quatro tipos básicos: Forças de Mercado (mudanças no comportamento das pessoas), Forças Empresariais (mudanças em como as empresas atuam e competem), Forças Regulatórias (mudanças na regulamentação de setores e mercados) e Forças Tecnoló…

Vamos falar de autonomia?

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Por Bruno Barros, engenheiro e especialista em gestão de projetos no Sebrae Mas afinal, o que é trabalhar com autonomia? Quero mostrar aqui que não tem nada a ver com anarquia, que cada um precisa saber o seu quadrado e que cada empresa precisa saber até onde pode ir. Trago alguns aprendizados, mas não tem fórmula mágica para todo mundo. O que sabemos é que ir no rumo da autonomia aumenta muito a responsabilidade dos executivos, quando eles existem, e das próprias equipes, mas no fim, todo mundo ganha. O papel dos executivos Os líderes da empresa precisam definir os desafios que a empresa tem de cumprir com prioridade e definir muito bem o porquê. A partir da definição, o objetivo é conseguir comunicar o que foi decidido, deixando bem claro a definição de sucesso. Todo mundo que olhar para os objetivos propostos precisam saber claramente, antes de fazer qualquer coisa ou saber como, de que forma saberemos se o objetivo foi atingido. É claro que para definir esses objetivos todos os cola…

Vivendo a Marca

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A percepção das empresas e produtos muito além do marketing tradicional A marca de uma empresa, de um bem ou de um serviço é uma forma do cliente pensar sobre e formar suas impressões. As intenções das organizações devem buscar incessantemente a experiência desse cliente, a partir de um conceito de marketing mais amplo, do qual toda a empresa participa. Esqueçam a marca como sendo a placa na fachada, o rótulo do produto ou a etiqueta da roupa. Estamos falando de construções culturais vivas e dinâmicas. Símbolos, mensagens e atitudes se fundem aos conceitos de empresa ou produto, gerando satisfação e lealdade, mas sem vínculo direto com market share ou lucratividade. Fatores como a importância para o cliente e a competência da empresa para realizar a demanda cada vez mais definem as possibilidades de interações.
Para ler o restante do artigo acesse meu perfil no Clube Sebrae (AQUI).

Power Hacks nº5, com Edson Mackeenzy: Mentoria para Empreendedores

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Amigos, o Power Hacks está no ar com um papo ótimo com o Edson Mackeenzy, o Mack, especialistaemdesenvolvimentodenegóciosdigitais,gestãoeoperaçãodestartups, além de grande fomentador de ecossistemas empreendedores. Foi eleitoomentordoanopeloStartupAwards2017.