“Não há maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes” (Albert Einstein)

terça-feira, 13 de maio de 2014

Guia para preenchimento da declaração anual e relatório mensal do Empreendedor Individual.


O Empreendedor Individual está dispensado de contabilidade formal e da grande maioria de obrigações burocráticas que usualmente as empresas precisam cumprir. Mesmo assim, todo mês, até o dia 20, esse empreendedor deverá preencher um "Relatório Mensal de Receitas" que obteve no mês anterior e guardar as notas de compra de mercadorias, os documentos do empregado contratado e o canhoto das notas fiscais que emitir. Essas são suas obrigações básicas.

Anualmente ele também deve declarar o valor do faturamento do ano anterior, pela internet, rapidamente e sem complicações.

O SEBRAE desenvolveu um Guia para ajudar o Empreendedor Individual a cumprir essas obrigações, ue não são mera burocracia e sim apoio ao seu planejamento e gerenciamento. Os controles permitem avaliar, por exemplo, se o faturamento é suficiente para pagar os compromissos assumidos ou se permite sobras para a ampliação das atividades.

Para fazer o donwload do Guia, clique AQUI.

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Direito e Gestão Empresarial

domingo, 11 de maio de 2014

MEI - Principais direitos e deveres.


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Direito e Gestão Empresarial

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O que todas essas personalidades podem ensinar para os empreendedores (Parte 4)



A revista Época Negócios de dezembro/13 traz uma séries de rápidas entrevistas com várias personalidades empresariais e artísticas. Separei algumas passagens que achei mais interessantes e vou compartilhá-las aqui em vários posts. São passagens de grandes empresários sobre economia, empreendedorismo, inovação, liderança, dentre outras searas do mundo corporativo bastante aplicáveis no cotidiano dos empreendedores de pequeno porte.

"Eu não recomendo que você faça algo de que realmente não goste, mas existe um espaço enorme entre ser apaixonado e desgostar de uma coisa. Há muitos trabalhos interessantes, com potencial, e que fazem seu dia agradável, mas isso é diferente de paixão. É apenas uma boa ideia com a qual você está disposto a trabalhar. E é isso que importa: que a ideia faça sentido e você tenha energia e a capacidade para fazê-la funcionar."

"Uma meta é, por exemplo, conseguir o emprego do seu chefe, enquanto um sistema seria fazer networking e adquirir novas habilidades, para estar qualificado e disponível para muitos outros empregos. Empregos que podem ser bem melhores do que o do seu chefe. As metas são limitadoras e não te mostram como chegar lá. Com sistemas, você tem mais chances de a sorte te encontrar. A sorte é um fator importante para o sucesso."

"Meu plano foi tentar várias coisas e ficar com a mais competente a cada vez que eu tentava algo novo."
Scott Adams – Criador do personagem Dilbert

"Todo mundo tem esse defeito [de não escutar]. O pai com o filho, o chefe com o subordinado... No caso do chefe é mais comum porque o chefe acha que sabe mais por definição, o que é uma grande bobagem. Um filósofo disse: humildade é a capacidade de aprender com quem sabe menos do que você. Ouvir alguém de verdade é estar disposto a abrir mão da sua ideia em favor da outra, se a outra for melhor do que a sua. Boa ideia não tem dono. Toda boa ideia que eu ouço vira minha – e eu jogo fora minha velha ideia."

"Gostar do que se faz e ter uma boa parceira sentimental talvez sejam as duas principais fontes de felicidade nesse mundo."
Flávio Gikovate – Psiquiatra

"Ao analisar o cenário, somos lembrados consistentemente que o declínio é quase sempre uma companhia inevitável do futuro e tentamos preveni-lo. As organizações de maior sucesso se tornam complacentes, arrogantes, se apoiam no seus louros, olham para o passado em vez do futuro. Nós sempre tentamos não ser assim."

"Você pode contratar as pessoas com as melhores notas por quilo. Isso é commodity. Sei que sou meio grosseiro. O que é difícil contratar são pessoas com ‘drives’ não usuais, desejo de ter sucesso e qualidades e ingredientes emocionais necessários para ter sucesso."

"A pessoa tem de estar preparada para lidar com frustrações, rejeições, fracasso e conseguir se recuperar de todas estas coisas. Uma personalidade frágil não aguenta. É se recuperar de frustrações que diferencia as pessoas. Não sei nenhuma pessoa de sucesso que não tenha experimentado frustrações profundas que provocam dúvidas enormes durante suas vidas."
Michel Moritz – Sócio do Fundo Sequoia

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Direito e Gestão Empresarial

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O que todas essas personalidades podem ensinar para os empreendedores (Parte 3)


A revista Época Negócios de dezembro/13 traz uma séries de rápidas entrevistas com várias personalidades empresariais e artísticas. Separei algumas passagens que achei mais interessantes e vou compartilhá-las aqui em vários posts. São passagens de grandes empresários sobre economia, empreendedorismo, inovação, liderança, dentre outras searas do mundo corporativo bastante aplicáveis no cotidiano dos empreendedores de pequeno porte.

"Adoro quando me convidam para voar de jato. Mas eu não preciso ter! Isso é coisa dos meninos, eu tenho de respeitar. Acho fantástico o mundo deles. Eles são práticos objetivos, eles querem, eles relacionam, fazem o mundo diferente. A mulher é um outro ser, a mulher é agregadora, cuidadora e compartilhadora."

"Foi a melhor escola que eu tive, a melhor escola da vida foi trabalhar dede criança!"
Sônia Hess – Presidente da Dudalina

"É bastante provável, embora não certo, que a economia chinesa se tronará a maior do mundo no final desta década ou no começo da próxima, mesmo em dólares. Porém os EUA continuarão importantes em várias dimensões: serão muito mais ricos que a China, muito mais avançados. Os EUA irão manter sua posição dominante pelos próximos 10 a 20 anos, em tecnologia, pesquisa científica e inovação. O país ainda será o centro financeiro do mundo e a casa dos mais importantes players do mercado financeiro. O dólar provavelmente continuará a ser a moeda mundial por boa parte da década de 2020. Por tudo isso, é provável que eles continuem a ser a nação mais influente, pelo menos até 2030."
Martin Wolf – Economista chefe do Financial Times

"Um ponto de partida fundamental é pedir para a pessoa contar uma história da companhia. Esse relato trás revelações sobra a cultura, os heróis e os mitos da empresa. Ao falar da história, ela está desarmada, é natural. As pessoas fazem isso usando a memória. Para responder outras perguntas , usam a lógica e, portanto, podem maquiar suas falas."

"Em geral, o que faz uma pessoa inadequada é o comportamento, e não o conhecimento. A pior e mais comum atitude para a contratação dar errado é a prepotência. Outra é a arrogância intelectual, que se revela, por exemplo, quando ela só se refere ao próprio passado."

"A contratação também pode dar errado por falta de alguma competência. Outros aspectos que não são definitivos, mas geram um desconforto, são o não cumprimento de horários e o jeito de se vestir."

Luiz Carlos Cabrera – Headhunter

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domingo, 9 de fevereiro de 2014

O que todas essas personalidades podem ensinar para os empreendedores (Parte 2)


A revista Época Negócios de dezembro/13 traz uma séries de rápidas entrevistas com várias personalidades empresariais e artísticas. Separei algumas passagens que achei mais interessantes e vou compartilhá-las aqui em vários posts. São passagens de grandes empresários sobre economia, empreendedorismo, inovação, liderança, dentre outras searas do mundo corporativo bastante aplicáveis no cotidiano dos empreendedores de pequeno porte.

"Há problemas externos, mas muitas startups não prosperam no Brasil por ingenuidade dos empreendedores. Eles não sabem criar modelos de negócios. Também não resistem a três níveis de perguntas sobre como funciona o mercado no qual querem ingressar."

"O mercado brasileiro de informática representa no máximo 2,5% do mundial. Em vez de atacar os 97,5% defendemos os 2,5%. Isso que é síndrome de incompetência."
Silvo Meira – Cientista-Chefe do C.E.S.A.R. (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife)

"Empreendedor é tipo um super-herói. È o cara que vê a chance e vai, não pergunta o risco. Onde outros veem 1% de chance de dar certo, o empreendedor vê ouro puro. Está é a diferença."

"A grande esperteza do IPO é vender fatiado, porque quando você vende fatiado, você vende mais caro do que se vender para um cara só. É a mesma coisa de vender uísque em dose ou de litro. "
Marcelo Alecrim – Presidente da Alesat Combustíveis

"A emancipação sexual aumentou a rivalidade entre homens e entre mulheres, foi criado um clima de competição, atiçou tudo que tinha de ruim no ser humano. Foi um agravador terrível de consumismo. Em países de terceiro mundo – e, intelectualmente, aqui é quase quarto mundo -, a elite só piorou nesse tempo. É uma elite medíocre ignorante e esnobe. Na Europa, as pessoas consomem qualidade, não quantidade. Ela tem uma bolsa cara, mas não mil bolsas, para fazer uma disputa. Aqui há um comportamento subdesenvolvido e medíocre. E totalmente competitivo. As festas de casamento e 15 anos são patéticas. A próxima festa tem de ser maior. Isso é sem fim. É sofrimento, é infelicidade. A quantidade de volume com que as pessoas correm atrás dessas coisas é desespero."

"Estresse é ameaça. Sobrecarga cansa, mas não estressa."


"O bom líder é respeitado naturalmente não por meio do medo. As pessoas reconhecem que ele está apto para o cargo e o exerce da forma mais democrática possível, ou seja antes de tomar uma decisão, consulta quem trabalha com ele, o que não significa terceirizar a decisão. O voto final é do líder, mas não sem ouvir o de todo mundo."
Flávio Gikovate – Psiquiatra


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Direito e Gestão Empresarial

O que todas essas personalidades podem ensinar para os empreendedores (Parte 1)


A revista Época Negócios de dezembro/13 traz uma série de rápidas entrevistas com várias personalidades empresariais, acadêmicas e artísticas. Separei algumas passagens que achei mais interessantes e vou compartilhá-las aqui em vários posts. São passagens de grandes empresários sobre economia, empreendedorismo, inovação, liderança, dentre outras searas do mundo corporativo bastante aplicáveis no cotidiano dos empreendedores de pequeno porte.

"È inexorável: o mundo será liderado pela China. Felizmente. Nós temos de agradecer a Deus por isso, porque se a riqueza ficar concentrada num país de 300 milhões de pessoas ao invés de um país com 1,3 bilhão, o mundo vai continuar injusto. O mundo será mais justo quando a riqueza estiver concentrada na China, Índia, Nigéria, onde estão os grandes contingentes populacionais."
Murilo Ferreira – Presidente da Vale

"O problema com a paixão é a ênfase dada a ela. Pessoas bem-sucedidas costumam dizer que chegaram aonde estão porque amam o que fazem. Quem não é bem-sucedido fica com a impressão de que basta então encontrar sua paixão que tudo dará certo. "



"Eu participei de muitos projetos que falharam. Sempre estava empolgado no começo deles e, conforme as coisas iam dando certo, eu ficava ainda mais empolgado. Por outro lado, se eles não funcionavam, perdia a empolgação."

"È o sucesso que cria a paixão e não ao contrário. Quando eu trabalhava na área de concessão de empréstimos de um banco, meu chefe dizia que a última pessoa para quem você quer emprestar dinheiro é aquela apaixonada pelo seu negócio. Ela pode estar nele por razões erradas. Pode ser a paixão que a motiva, em vez de suas capacidades. O melhor é apostar em quem tem um bom plano de negócios e está disposto a fazer o trabalho chato."
Scott Adams – Criador do personagem Dilbert

"Os seres humanos têm um viés natural para ser otimistas em relação a situações que os beneficiam."

"O sistema de livre mercado funciona muito bem para quem é bem informado e inteligente, mas engana a trapaceia muitos outros. Uma grande questão, por exemplo é que muita gente não poupa o suficiente. A publicidade incentiva o gasto já. Mas não há investimento para encorajar as pessoas a poupar. Quem acredita no livre mercado gosta de pensar que todos são racionais e que o governo é estúpido."

Robert Shiller- Professor de Yale (ganhador do premio Nobel de economia)


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Direito e Gestão Empresarial

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Saiba o que o humorista Jerry Seinfeld pode ensinar aos empreendedores


Um dos comediantes mais longevos e ricos do mundo, ele é um bom exemplo de foco e motivação
Do ESTADÃO PME

Às vésperas de completar 60 anos de idade, Jerry Seinfeld sustenta-se como um dos principais nomes do stand-up comedy, assim como um dos artista mais bem pagos de sua geração nos Estados Unidos há pelo menos 26 anos. Dono de uma fortuna estimada em US$ 800 milhões, ele engrossa a conta bancária com um faturamento anual de cerca de US$ 85 milhões e, para muito além da acumulação de capital, oferece um bom exemplo de iniciativa e foco para os empreendedores. 

O articulista James Clear, que escreve artigos de administração e marketing para o site Entrepreneur, recentemente analisou a contribuição de Jerry Seinfeld para os pequenos e médios empresários. No texto, ele elencou um único traço marcante do comediante, qualificado por ele como fundamental à manutenção de seu sucesso, 16 anos após o episódio final do seriado Seinfeld, um dos programas de televisão de maior penetração junto aos telespectadores norte-americanos.

Cadeia criativa

O ponto de partida para o sucesso do artista foi batizada por Clear como "Estratégia Seinfeld". Refere-se ao método de treino adotado pelo comediante, que desde o início da carreira força-se a escrever uma piada por dia, sem nunca falhar. Ele mantém um grande calendário de parede de seu escritório, em Nova York. Marca com um caneta vermelha uma cruz nos dias em que compre com sua tarefa. A ideia dessa marcação é iniciar uma corrente que não nunca deve ser quebrada. 

"Observe que Seinfeld não diz uma única palavra sobre resultados. Não importa se ele está motivado ou não. Não importa se ele escreveu grandes piadas ou não. Não importa se ele está trabalhando ou vai começar a trabalhar em uma apresentação. tudo que importa é nunca quebrar a cadeia", afirma James Clear.

Nunca procrastinar

Segundo o articulista, profissionais que alcançam a alta performance, seja atletas, músicos, executivos e artistas, são sempre mais consistentes que seus parceiros. Eles entregam resultados dia após dia, mesmo quando envolvidos com as dificuldades do cotidiano, e lutam constantemente contra a procrastinação e a desmotivação.

Nesse caso, a "Estratégia Seinfeld" funciona justamente porque auxilia o artista a retirar o foco da performance individual e colocá-lo no processo como um todo. "Não é sobre o quanto você está bem, o quanto inspirado você está ou quão brilhante seu trabalho está naquele dia. Ao contrário, é apenas sobre não quebrar a cadeia", explica o articulista.

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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Livro traz cotidiano de serviços financeiros para pequenos negócios



Publicação tem 24 artigos sobre temas como estratégias para conquistar clientes e políticas de inclusão
Da Agência Sebrae de Notícias 


o 5º volume da publicação traz artigos de 32 especialistas em mercado financeiro (Foto: Rodrigo de Oliveira/Reprodução)
As estratégias dos agentes públicos e privados para conquistar novos clientes, as políticas de inclusão e os impactos do surgimento de novos usuários e clientes potenciais dos serviços financeiros, como donos de micro e pequeno porte, bem como as novas tecnologias que possibilitam mais eficiência e resultados são alguns dos temas em pauta no livro Serviços Financeiros, que o Sebrae lança nesta segunda-feira (4), no Fórum Banco Central de Inclusão Financeira, em Fortaleza (CE).
O livro que tem prefácio do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, traz 24 artigos analíticos assinados por 32 especialistas em mercado financeiro, entre autoridades, agentes, gestores e pesquisadores. "Um panorama atual e detalhado com reflexões plurais sobre o cotidiano dos serviços financeiros, tendo em vista os pequenos negócios", define o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, que coordena a publicação, volume 5 da coletânea Pequenos Negócios - Desafios e Perspectivas.
Segundo Carlos Alberto, o livro contém uma série de reflexões que ajudam o leitor a discernir um pouco mais sobre as possibilidades de acesso aos serviços pelos pequenos negócios. Essa edição totaliza 396 páginas, divididas em cinco capítulos. "São relatos significativos e reflexões críticas relevantes, construídas a partir do dia a dia dos serviços financeiros, e que certamente vão contribuir para a maior eficiência no relacionamento entre gestores públicos, agentes financeiros e empreendedores do segmento de pequeno porte", avalia.
A publicação aborda ainda os avanços na regulação pela autoridade monetária, o papel das instituições de fomento e as tendências desse mercado no Brasil. Autoridades analisam o sistema financeiro e de fomento, enquanto agentes financeiros tratam da gestão, estratégias e perspectivas, e líderes cooperativistas debatem os desafios do ramo de crédito frente à maior concorrência no mercado financeiro. O potencial do microcrédito com a formalização de empreendedores que abrem novas possibilidades de mercado às instituições financeiras e a alternativa das sociedades de garantia de crédito para aproximar bancos e clientes do segmento empresarial de pequeno porte completam a estrutura editorial da publicação.
O livro sobre serviços financeiros será lançado às 16h40, no painel Diagnóstico da Inclusão Financeira no Brasil, que terá a participação do ministro de Assuntos Extraordinário da Presidência da República, Marcelo Neri.
A coletânea Pequenos Negócios - Desafios e Perspectivas tem o objetivo de estimular o debate sobre o desenvolvimento brasileiro na perspectiva dos pequenos negócios, a partir de abordagens que privilegiem a reflexão teórica da prática, conectando o debate acadêmico com o cotidiano da assistência técnica e dos serviços empresariais. Com duas edições anuais, a coletânea reúne as seguintes publicações: vol. 1 - Programas Nacionais, vol. 2 - Desenvolvimento Sustentável, vol. 3 - Inovação e vol. 4 - Educação Empreendedora. Todos os livros da coletânea podem ser acessados na Biblioteca Interativa Sebrae (BIS), no endereço www.sebrae.com.br/bis

.Direito e Gestão Empresarial

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Cultura de inovação

ANOTAÇÕES E RABISCOS DE UMA AULA SOBRE CULTURA DA INOVAÇÃO...

O valor mais básico pelo qual as pessoas lutam é a sobrevivência. Não há errado nas culturas. Em função das crenças iniciais vem as normas e valores da instituição. Se tem algum valor e não pratica, não é valor. E se tem o valor da inovação e não permite erros, não há inovação.

No Brasil impera a cultura da ação e não da reflexão. Como inovar sem refletir? Temos que mudar da cultura da ação para a cultura da reflexão. Outro ponto importante: Sem enxergar os valores das pessoas, não há como entender o outro, nem trabalhar com ele.

Há 3 certezas na vida - mudanças, escolhas e morte. Contradizendo isso, sempre apostamos na continuidade. Inovação não é moda. Ou inova ou "morre". Case Nokia - 4 anos atrás era primeiro produtor de celulares do mundo. Hoje é a sétima. Só em 4 anos. Tudo isso porque não inovou.

Ver Zygmunt Bauman - Sociedade líquida, amor líquido e vida líquida. A velocidade de mudanças na sociedade é tão rápida que não consegue se solidificar. Ver entrevista desse autor AQUI.

Brasil até década de 90 - mais produção precisa de mais mão de obra. Praticamente usando uma regra de 3.

2000 a 2005 - Mais produção com menos mão de obra. Desafio era fazer o dobro com metade dos recursos. O Itaú em 1990 tinha 96 mil funcionários. Hoje tem 100 mil e é 19 vezes maior. Esse movimento foi fácil pela baixa competitividade do país, muita gordura, pouca abertura.

De 2005 pra frente é necessário mais produção com mais cabeças. O Brasil ainda usa a expressão mão de obra. O resto mundo usa head count.

A estratégia tem que estar clara. Ao dizer "vamos" e todo mundo vai para o mesmo caminho, a estratégia está clara.

Estratégia (Cria o modelo de negócio) - Gestão econômica financeira (lucro e competitividade) - tecnologia e processos (estado da arte)- pessoas preparadas e dispostas (vinculo) - liderança (cultura da organização).

Pessoas preparadas e não dispostas é horrível.  Gente disposta e não preparada não cria espírito critico. Conhecimento mais habilidade multiplicado pela atitude é igual o resultado. Zero de atitude arruína o conhecimento e a habilidade.

Melhorar é diferente de inovar. Cuidado com a punição pela recompensa. Metas tem que existir, mas parcialmente pelo básico (melhorias) e parcialmente vinculadas aos grandes desafios. O mais correto é tratar com base na justiça e não na igualdade. Os de alta performance querem a justiça. Os de baixa querem a igualdade. A liderança tem um papel fundamental pois enfrenta dilemas. Valorizar equipes ou indivíduos? Punir ou aprender com o erro? Erro é diferente de negligência. Negligência deve ser punida. Confio ou controlo(não confiança leva a controle)? Valorizo pensar ou agir? Ênfase no como ou no que? Diferentes gerações. Adoção de tecnologias.

A inovação só virá quando criarmos uma cultura que consiga fazer com que as pessoas entendam seus reais propósitos.

Gerenciar se relaciona a coisas (materiais, equipamentos, prazos, logística). Gente é liderada. E a organização baseada em valores, nas seguintes dimensões:

Deve-se buscar essas dimensões uma a uma e não pular.

  • Física - "pretinho básico". produzir resultados desejados, estabelecidos na estratégia.
  • Emocional - parte de vc não muda pela empresa (8 a 10). Parte enorme se condiciona à empresa (em seis meses está integrado)(1 a 6). De 6 a 8 está a alta performance. As pessoas só dão esse alto desempenho se elas querem. Como criar esse ambiente para produzir mais? No ambiente emocional as pessoas percebem uma relação de confiança, relacionamento, empatia, justiça, humor, reconhecimento.
  • Mental - Ser criativa e inovar. Existe abertura e feedback, interno e externo, visando aprendizado e construção de significado conjunto. Por isso pensa-se em cabeças em vez de mão de obra.
  • Espiritual - promove associações, cooperação, parceria, sinergia e responsabilidade social.


Cultura da organização

Cultura organizacional - É a forma como os grupos se organizam no decorrer do tempo para resolver os problemas e desafios apresentados a eles.

Mudança de cultura - consciência de que a sobrevivência está em jogo. Desejo de sobreviver. Tem que mudar o comportamento dos indivíduos na organização.

"A cultura de uma organização não muda com discursos, cartazes ou quadros. Muda com fatos. Seu território são os corredores." Larry Bassidy.

Inovação, Cultura e Mudança:

"Não é a mais forte das espécies que sobrevive, nem a mais inteligente, mas aquela que melhor se adapta ao ambiente" Darwin

"é o passado de uma companhia, quando bem analisado e interpretado, que pode revelar a seus dirigentes a direção dos êxitos futuros" Larry E. Greiner

"Não são as circunstâncias, mas sim as pessoas que determinam os resultados. Tudo depende das escolhas que cada um faz..." Jim Collins

Tudo é uma curva S na evolução dos organismos. (formação, tumulto, normalidade, desempenho, acomoda, transforma) Muitas vezes o processo é rompido na fase de tumulto, por achar que não dará certo, que está difícil. Esses ciclos são de sete anos.

É muito comum mudar muito, mas ficar tudo igual. Mudar estrutura muda comportamentos. E vice versa.

Maturidade é a capacidade do individuo ou organização passar por adversidades com maturidade. Como desenvolver maturidade em alguém? Fazendo-o passar por adversidades. A experiência pode levar a ser velho ou sábio.

Instrumentos de maturidade. Crises da empresa que vai crescendo:

  • Crise da liderança
  • Crise da autonomia
  • Crise do controle
  • Crise da burocracia
  • Crise da sucessão (de áreas ou da própria empresa)


Aí volta à primeira crise, mas com velocidade bem diferente. Se a empresa tem os mecanismos de gestão, ela amadureceu. O processo de evolução exige uma consciência de que seu comando é como gestor nas crises de liderança e autonomia e como líder nas crises de controle, burocracia e sucessão.

Instrumento de gestão X instrumento de controle - se o orçamento aprovado prevê algum investimento ou contratação e você precisa de autorização posterior, ele é de instrumento de controle. Caso vc tenha autonomia após a aprovação, ele é de gestão. No crescimento, sempre se passa por essa mudança. Sempre nasce como controle, para depois virar instrumento de gestão.

Platôs do desenvolvimento mental adulto - Robert Kegan e Lisa Lahey

  • Mente socializada - criamos crenças e valores em torno do grupo em que vivemos. (trabalha em equipe, seguidor fiel, procura alinhar-se, procura ser dirigido e é confiante)
  • Mente autoral - começo a ganhar consciência e me abstrair daquela mente socializada e fazer juízos de valores.(dirige a agenda, aprende a liderar, bússola própria, resolve problemas, independente) Se fica só por aqui, adquire imunidade à mudança. Tem que partir para a mente autotransformadora.
  • Mente autotransformadora - (meta líder, lidera para aprender, multiquadros, comporta contradições, descobre problemas e é interdependente)

Só se muda pelo sonho ou pelo risco. E o risco tem que ser percebido. Empreendedor é inovador por natureza, crê para ver. Mas às vezes se fixa na mente autoral e se perde. Deixa de inovar.

Misturar o dia a dia com a inovação pode ser ruim, mas criar uma equipe exclusiva de inovação é péssimo, já que uns vão pensar e outros vão executar.

Componentes da mudança

Quando falamos em mudar, como fazemos para mudar? Toda mudança tem que ter alguns componentes:

  • Definir modelo cultural - Valores e comportamentos para a inovação.
  • Senso de urgência - Riscos x Complacência de não inovar. Tem empresa que começa a perder market share para mudar. outras esperam perder margem. É necessário um sangue novo para mudar nesses casos.
  • Formar coalizões - Liderar e mobilizar para a visão. Às vezes o líder não é capaz de fazer perceber o grupo da urgência e importância de mudar. Juntar pequenos grupos de pessoas até ter todo mundo enxergando a mesma coisa.
  • Criar a visão - Reflexão e ação. da nova cultura com inovação. É preciso discutir o modelo de forma compartilhada para que todos saibam o que é esse processo de inovação.
  • Comunicar - Tem 3 componentes. Infraestrutura, planejamento e competência.Ao informar o outro tem que questionar, entender e sustentar.
  • Dar empowerment - estrutura e capacitação.
  • Comemorar conquistas - vitórias de curto prazo e reconhecimento.

Tensão (Senso de urgência) e capacidade de mudar - Alta tensão sem capacidade gera um stress alto. Baixa capacidade de mudar e baixa tensão leva à arrogância. Alta capacidade para mudar e baixa tensão levam à perda de talentos. Muita capacidade de mudança e muira tensão leva a pouco resultado (amarga ironia). O ideal é ir construindo tensão e consequentemente construir capacidade de mudar.



Cultura de inovação - É um ambiente em que as pessoas possam colaborar-refletir, propor e implantar inovações para tornar a empresa competitiva. Requisitos:

  • Clareza no propósito comum;
  • Espaço para colaboração com interdependência ente os membros do grupo;
  • Confiança - código de conduta que viabilize a colaboração.


Como buscar compromisso? Emoção (amor), razão (gera humor sarcástico. Ou faz ou está na rua. Humor da rádio peão) e remuneração (gera dor). Casar, dá ou desce ou paga. Os valores da organização são as práticas percebidas na liderança e na forma de gerir os negócios.

Fatores relacionados à liderança (capacidade de influenciar, visão de futuro e autoconhecimento e autorregulação)

Pilares da confiança - resultado, integridade (coerência), risco compartilhado (pessoas correndo o mesmo risco. Caso da confiança em dobrar o paraquedas)

A liderança precisa construir um ambiente onde as pessoas queiram contribuir para a inovação. Como:

  • Confiança - Compartilhar opiniões e conhecimento, tolerando o risco e a ambiguidade;
  • Celebração e reconhecimento - Comemorar e ter senso de justiça.
  • Humor - Alegria x "coisa séria". Ambiente sem humor não tem criatividade nem inovação.
  • Relacionamento - Tratar pessoas como gente.
  • Significado - Desafios para o aprendizado e crescimento profissional e pessoal. Quanto eu sou estimulado a sair da zona de conforto.


Fatores relacionados ao modelo de gestão e estrutura:

  • Ambiente para contribuir para a inovação
  • Comunicação clara e aberta;
  • Disponibilidade de recursos para inovação;
  • Organização que viabilize o trabalho em equipe e multidisciplinares;
  • Espaços físicos e meios que viabilizem a integração;
  • Estratégia que valorize aquisição, criação e acumulação, proteção e exploração de conhecimento;
  • Alocação do tempo das pessoas de forma coerente a atender as necessidades (resultados, inovação, desenvolvimento, treinamento, etc);
  • Processos de reconhecimento pelo esforço e conquista;
  • Processo de remuneração e participação nos lucros individual e de equipes;
  • Critérios claros do que é inovação e critérios de avaliação do sucesso
  • Orientação para o mercado/empreendedorismo/foco no cliente.


Como alinhar comportamentos?

Valores (convicção do que é correto e justo. Ao mudar da mente funcional para autoral e desta para autotransformadora muda-se valores. Punição também muda valores.).

Valores levam a atitudes (pré disposição a algo) que levam a comportamentos (reações, posturas percebidas).

(conhecimentos + habilidades) x atitudes= competências

Explicitar o que é ou não valor na organização e definir quais os comportamentos que quero das pessoas para inovar. Definir 2 a 4 comportamentos no máximo e combinar. O processo de avaliação deve contemplar esses comportamentos. Defino comportamentos, alinho com colaboradores e reconheço/puno.

Não é a liderança que produz resultados. Ele cria condições para isso. Líder que resolve problemas dos subordinados vira gerente. É burrice.

Barreiras para inovar:

  • Inércia/zona de conforto
  • Alocação de tempo
  • misturar de tarefas/balanceamento da estratégia
  • bancar o tumulto
  • não abrir mão da fase de acomodação, principalmente se conquistou algo (medo de perder)
  • Medo de assumir riscos
  • Não há como ter medo de competição entre áreas. Ela sempre vai existir.
  • Ser humano é egoísta por natureza. Como fazer alguém ser altruísta? Como fazer pessoas trabalhar juntas?
  • ignorância sobre o significado de inovação
  • Concorrência de agendas dos líderes

O topo da empresa quer continuidade e lucratividade. Muda por isso. A base muda por esperança.  O meio é quem enfrenta a grande dúvida.

Um processo de inovação é viável, mas nós temos o papel de fazer perceber o papel da inovação. Também é um processo de mudança, que pressupõe senso de urgência, coalisão, etc. 

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Direito e Gestão Empresarial

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Proatividade de mercado

Como uma empresa se comunica com o mercado? Captar sinais pela empresa. podem ser mais fracos ou mais fortes. As vezes as coisas estão acontecendo e não nos damos conta.

É uma escolha da empresa, se quer se antecipar ou reagir às mudanças. Escolha estratégica X determinismo ambiental. Antecipação é uma nova forma de competir. A Apple é bastante proativa, mas é reativa também ao lançar o iPad Mini e o iPhone de plástico.

Ao agir de forma reativa, nos restringimos a estratégias de ajuste e defesa+inovações incrementais. Já ao agir de forma proativa, buscamos estratégias de crescimento rentável+inovações disruptivas.

Muito se fala das inovações disruptivas, mas as inovações incrementais são ótimas para criar cultura de inovação na empresa.

Que capacidades uma empresa precisa para ser proativa? Proatividade não se decreta. É preciso desenvolver capacidades. Não existem empresas proativas, sem pessoas proativas.

Gestão do comportamento proativo - proatividade no âmbito pessoal. O lider proativo é aquele que deixa os outros serem proativos e se antecipar à mudança. Principais características de um líder proativo - Carisma, estimulador, inspirador e reconhece. Todos temos momentos de inação, reação, proação. Abaixo seguem os modelos em que as pessoas permanecem a maior parte do tempo:

  • Inativos - orientados para a tarefa e restritos ao prescrito.
  • Reativo - orientado para a tarefa, mas com alguma iniciativa.
  • Ativo - Faz sem pedir. Já está no campo da inovação.
  • Proativo - antecipa.

O sonho dos CEO é "frear" seus executivos. Estão cansados de empurrar pessoas.

Há quatro tipos de perguntas, face aos desafios ou ao mercado:
  • O queremos que aconteça? (pessoas ativadoras)
  • O que vai acontecer? (pessoas atentas)
  • O que está acontecendo? (pessoas ajustadas)
  • O que aconteceu? (pessoas aflitas)



Gestão da incerteza (risco e erro) - Case Sony - Relutou em entrar no mercado de MP3 por medo de pirataria das musicas de sua gravadora (Walkman foi  o aparelho portátil mais vendido na historia, com 350 milhões de unidades). (O iTunes apostou que as pessoas pagariam pelas músicas, numa época de pirataria. E deu certo) Superemos a falácia da segurança. Deixe de defender os seus mercados.

Somos educados para ter pavor de erros. Como fazer diferente nas empresas? Não estamos falando de erros operacionais. Esse não pode acontecer. Os "erros novos" são queridos, desde que na busca de inovação.

Como aprender com os erros? "Todos os cogumelos são comestíveis. Alguns uma vez só" (Cortella). Devemos eliminar a fronteira entre sucesso e fracasso. Pratiquemos a liberdade de errar. Pelas pesquisas dos professores, em geral as empresas lidam mal com os erros, apesar de dizerem que lidam bem. Já errou  mesmo, apreenda!!

Gestão da inovação proativa - Para ser inovação proativa, deve ser radical, de ruptura. É difícil de ser feita e não pode ser feita todos os dias. Para fazer inovação proativa, não subordine a inovação ao mercado. Escute e observe diferente. Educar o mercado é influenciá-lo/observá-lo/aprimorar a inovação. Empresas proativas estão próximas do mercado.

Canibalismo proativo (descontinuar seu próprio produto em função de um novo. Exemplos Apple, HP, Intel e Gillette). Dilema controleXconcessão - Há sempre um jogo entre controle e concessão. Gerenciamento austeroxflexívelxpermissivo.



Gestão do futuro-hoje - Falar de futuro parece filosófico, mas não é. Capacidade da empresa de enxergar realidades que ainda não aconteceram. Achar as peças certas pra montar o quebra cabeças do futuro. Sinal forte nos mercados é obrigação ver. todo mundo vê. Quando começamos a girar o radar, começam as dificuldades. Sinais fracos são tendências tênues, que podem vir por boatos, comentários. Pode se dar na oferta, preferência de clientes, etc.

Processo de construção de imagens. 4 cenários estão de bom tamanho, a partir de 2 incertezas críticas. Faça escolhas para se preparar. Infelizmente, a maioria das empresas foca no curto prazo. Há que se criar a cultura do longo prazo, com indicadores e incentivos de longo prazo.

Construção da estratégia proativa. Modelo DNA - Dimensões, níveis e ações:
  • Dimensões - oferta (produtos), indústria, cliente
  • Níveis - padrão ou complementar (oferta), dinâmica de competição ou marco regulador (indústria) e preferências ou necessidades (clientes).
  • Mercados maduros brigam por preferências. Imaturos brigam por necessidades.
  • Ações - gerar e modificar.

Perguntas estratégicas para uma empresa conseguir construir um pensamento proativo:
  • O que aconteceu em nosso mercado?
  • O que fiz que não faria?
  • O que está acontecendo em nosso mercado?
  • O que vai acontecer em nosso mercado?
  • O que pode acontecer no nosso mercado?

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Direito e Gestão Empresarial

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