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Dos dados para a ação: curiosidades, conceitos e a operação por trás do big data.

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O desafio de realizar tarefas e tomar decisões cada vez mais rápido e com a maior assertividade e eficiência possível é algo que cada vez mais atormenta gestores, empreendedores e executivos. Crescemos ouvindo que “a pressa é inimiga da perfeição”, mas esse chavão não vale nada quando olhamos para a evolução tecnológica e todos os impactos que ela traz na vida das pessoas e no cotidiano das empresas. Métodos ágeis, capacidade de processamento, inteligência em dados, decisões assertivas, algoritmos, plataformas, norteiam as cadeias de valor e dão o tom da competitividade, substituindo exponencialmente a inteligência emocional e as decisões intuitivas.
Grandes quantidades de dados tem um valor crescente de mercado pelas imensas possibilidades de aplicação e têm gerado muita atenção e calafrios em muita gente nos últimos anos. Mas quem viu o filme “O Jogo da Imitação” pôde ver um pouco da saga do do criptoanalista britânico Alan Turing para interpretar padrões e gerar insights à partir gr…

Coitados dos especialistas em passado....

Amigos,  segue o link para uma entrevista bem bacana e diferente com a Cris Junqueira, co-founder do Nubank, mas gostaria de ressaltar um minuto (literalmente um minuto) precioso que recortei e quem tudo a ver com o mindset de quem quer fazer a diferença na transformação digital.
Trata-se do perfil desejado por eles para trabalhar lá. Dentre outras coisas, vontade de fazer diferente, pensar grande, adaptabilidade e NÃO ENTENDER DE CARTÃO DE CRÉDITO!?
Uma das coisas que tenho visto na minha jornada é a extrema dificuldade das pessoas se desapegarem de seus ativos supostamente valiosos (valiosos pra quem?) e os incríveis esforços para submeter o que é o novo ao que é velho e não o contrário.

Em linhas gerais, coitados daqueles especialistas em áreas que estão sendo devoradas pela inovação e pelos novos modelos de negócios exponenciais....
A capacidade de reaprender subiu de patamar e não caminha mais separada do poder de desaprender. Esta, muitas vezes, mais importante que aquela capacidad…

MVP versus Protótipo

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Dois termos que utilizamos muito na nossa jornada no desenvolvimento de aplicações e que representam muito esforço pra atingir nossos objetivos, sempre focados ao máximo no usuário, mas que também são muito confundidos. Esse quadro é básico mas ilustra bem as principais diferenças entre MVP e Protótipo.
Créditos ao prof. Wankes Leandro.

Transformação digital e políticas públicas

Apresentação realizada com alguns elementos para a discussão de como o processo de transformação digital hoje em curso pode impactar a agenda de políticas públicas. A Des-Re-Aprendizagem, a quebra de clichês, novos conceitos e insights. 
Transformação digital e políticas públicas from André Spínola

O Hook Canvas e a criação de hábitos e vícios no consumo de serviços digitais

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Hooked” nos remete a alguém que foi fisgado por um produto ou serviço e se tornou um “heavy user”, alguns a ponto de serem considerados viciados. Acho que não é difícil imaginar isso quando temos o Facebook ou o Whatsapp em nosso cotidiano, não é? E também com mais de 3 bilhões de smartphones mundo afora, fica fácil chegar em todos nós.
Mas a pegada “hook” vai muito além. O usuário tem que ser conquistado e capturado por uma verdadeira teia de uso. Nir Eyal, uma referência no assunto, autor do livro "Hooked: How to Build Habit-Forming Products" identifica um comportamento cada vez mais comum no mindset digital e no mundo das plataformas que é a identificação de possíveis hábitos na sociedade e a criação de serviços digitais que tiram proveito disso.
Pela sua teoria, em linhas gerais, um comportamento, gera um gatilho, por onde o usuário age de alguma forma, sendo recompensado. Isso gera um ciclo que amplifica esse comportamento e cria um hábito ou um vício. Esse é o sonho de …

Power Hacks nº6, com Marcelo Minutti: Inovações Disruptivas

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O último papo da nossa série Power Hacks é com o Marcelo Minutti, palestrante, mentor e pesquisador nas áreas de inovação, transformação digital, marketing e design de negócios. É Head de Inovação e Prática Digital da MSLGROUP Andreoli  e coordena o MBA em Marketing e Comunicação Digital do IESB em Brasília.
Marcelo, as inovações acontecem cada vez mais velozmente e são cada vez mais impactantes. Quais são os principais motores das grandes disrupções?
Sinais disruptivos estão ao nosso redor o tempo todo. Nesse contexto, as disrupções surgem quando conseguimos identificar, interpretar e explorar esses sinais por meio de soluções inovadoras. Dou o nome de “Forças Disruptivas” para esses movimentos de ruptura e nos últimos anos categorizei essas forças em quatro tipos básicos: Forças de Mercado (mudanças no comportamento das pessoas), Forças Empresariais (mudanças em como as empresas atuam e competem), Forças Regulatórias (mudanças na regulamentação de setores e mercados) e Forças Tecnoló…

Vamos falar de autonomia?

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Por Bruno Barros, engenheiro e especialista em gestão de projetos no Sebrae Mas afinal, o que é trabalhar com autonomia? Quero mostrar aqui que não tem nada a ver com anarquia, que cada um precisa saber o seu quadrado e que cada empresa precisa saber até onde pode ir. Trago alguns aprendizados, mas não tem fórmula mágica para todo mundo. O que sabemos é que ir no rumo da autonomia aumenta muito a responsabilidade dos executivos, quando eles existem, e das próprias equipes, mas no fim, todo mundo ganha. O papel dos executivos Os líderes da empresa precisam definir os desafios que a empresa tem de cumprir com prioridade e definir muito bem o porquê. A partir da definição, o objetivo é conseguir comunicar o que foi decidido, deixando bem claro a definição de sucesso. Todo mundo que olhar para os objetivos propostos precisam saber claramente, antes de fazer qualquer coisa ou saber como, de que forma saberemos se o objetivo foi atingido. É claro que para definir esses objetivos todos os cola…