BlogBlogs.Com.Br
"Muitas pessoas são educadas o bastante para não falar com a boca cheia, porém não se preocupam em fazê-lo com a cabeça oca." Orson Welles

Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Software gratuito para confecção de planos de negócios


O Plano de Negócio é um documento que reúne informações sobre as características, condições e necessidades do futuro empreendimento, com o objetivo de analisar sua potencialidade e viabilidade, facilitando sua implantação. O Plano de Negócio também é um importante instrumento de ajuda ao empresário para enfrentar obstáculos e mudanças de rumos na economia ou no ramo em que atua. Para os empreendedores, que costumam ser mais realizadores do que redatores de propostas, uma ferramenta extremamente útil. Um bom plano é uma peça indispensável para o sucesso de qualquer negócio.

O programa SPPlan de elaboração de plano de negócios considera todos osaspectos relevantes para definir todo um contexto de trabalho, conhecer os seus resultados e gerar o documento correspondente, para empreendimentos desde porte micro nascente até média empresa consolidada. É uma ferramenta útil nas mãos de empreendedores, principalmente os que se arriscam no mercado pela primeira vez.

Para fazer o download gratuito do software, clique AQUI.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

Prêmio ENDEAVOR & EXAME PME de Empreendedorismo


O Prêmio ENDEAVOR & EXAME PME de empreendedorismo tem como objetivo encontrar empreendedores que sonham grande e trabalham duro para construir seus negócios. Lideram empresas promissoras, inovam, criam novos mercados, modificam as indústrias nas quais estão inseridos e transformam as vidas das pessoas e das comunidades a sua volta.Além disso, o prêmio também reconhece o valor desses empreendedores, por meio da entrega de troféu em uma prestigiada cerimônia, e da divulgação de suas histórias na revista EXAME PME e para mais de 50 mil pessoas ligadas à ENDEAVOR. Sabemos o quanto os empreendedores são importantes para o desenvolvimento do país e queremos que toda a sociedade seja inspirada por essas histórias de sucesso.

Serão três categorias premiadas:

Potencial de crescimento: A empresa tem potencial para ser uma das grandes companhias do Brasil? Tem altíssimo potencial de crescimento? Vai gerar empregos e riqueza? Vai contribuir para o desenvolvimento sustentável do país?

Inovação: Esta é uma oportunidade de negócios inovadora? A empresa desenvolveu uma idéia que possui potencial de transformar a sua indústria? Criou ou vai criar um novo mercado?

Realizações: O empreendedor possui uma história de sucesso? Venceu desafios que pareciam intransponíveis? Fez as coisas certas, da forma certa? É alguém que poderá inspirar as futuras gerações a empreenderem?

O Instituto Empreender Endeavor é uma organização sem fins lucrativos, que tem como missão promover o desenvolvimento sustentável do Brasil, por meio do apoio a empreendedores inovadores e do incentivo à cultura empreendedora, gerando postos de trabalho e renda.

A criação de negócios inovadores e baseados em oportunidade é um dos fatores de prosperidade de um país. A existência de empreendedores dispostos a realizar grandes sonhos é fundamental para o desenvolvimento econômico. A Endeavor existe para transformar o Brasil, identificando e dando apoio a empreendedores de alto impacto.

Empreendedores de alto impacto têm grandes idéias e planos ambiciosos. Eles possuem o potencial para criar empresas prósperas que empregam centenas, até mesmo milhares de pessoas, e geram milhões em receitas, impostos e salários. A Endeavor concentra-se nesses empreendedores, ajudando-os a romper as barreiras que dificultam o desenvolvimento de negócios por meio de um modelo único de atuação. Com a orientação da Endeavor, tornam-se exemplos a serem seguidos, incentivam os demais a inovar e geram crescimento sustentável.

Para maiores informações e inscrições clique AQUI. É somente até o dia 20 de agosto.

Confira os vencedores da edição 2007 clicando AQUI.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Especial: A Conquista de Novos Mercados


A revista Exame-PME fez um especial muito interessante e didático sobre exportações e pequenas empresas. Lá você encontra oportunidades, estratégias, financiamentos, cálculo de preço, calendários de feiras e oportunidades em missões, dentre várias outras infomações. Vale a pena visitar.

Para conhecer, clique AQUI.


Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Domingo, 10 de Agosto de 2008

Amadorismo de sites impede crescimento de empresas


Da PEGN

A inclusão digital já foi uma preocupação generalizada. Quem não se lembra de que, quando os computadores por aqui chegaram, algumas pessoas tinham medo deles? Hoje, ninguém duvida de que a internet é parte essencial do dia-a-dia nas empresas. E, quando se fala em inclusão digital, refere-se às classes mais baixas da população, que tem pouco ou nenhum acesso à internet. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população brasileira é recordista mundial em tempo gasto na rede, com 14 horas diárias, informou o site InfoMoney.

Mas há uma contradição nessa história. Segundo pesquisa do NIC.br, Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br, 95% das organizações com dez ou mais funcionários possuem computadores e 92% têm acesso à web. Se a internet já é uma realidade no mundo dos negócios, por que menos da metade das empresas tem um site?

"A percepção da importância dos websites é, muitas vezes, subestimada, quando, na verdade, a oferta de recursos é ilimitada e a lista de benefícios não pára de crescer, com o advento de novas tecnologias e o aumento do número de empresas e consumidores com acesso à rede", explica o diretor-geral da Kyu Design Gráfico, empresa especializada em soluções visuais e criação de sites, André Shibata.

Internet deve ser usada para gerar negóciosO uso da internet visando à geração de negócios ainda é muito baixo no Brasil. Entre as empresas que possuem página na internet, 48% disponibilizam preços e catálogo de produtos e serviços para os consumidores, 34% oferecem suporte pós-venda, 23% aceitam pedidos e reservas de produtos e serviços e 10% possuem recursos para transações completas e meios de pagamento via web.

A discrepância do ponto de vista dos negócios é que os números mostram um ávido exército de consumidores circulando nas páginas da internet e, ainda assim, mais da metade das empresas não possui um espaço na internet. Entre as que possuem, 37% não apresentam nenhum dos recursos pesquisados.

E há o agravante de o amadorismo predominar na rede. "O proprietário do site deve respeitar algumas regras para que a ferramenta seja utilizada de forma positiva. É preciso apresentar uma imagem séria e profissional, que espelhe credibilidade, manter canais de comunicação com o consumidor e conhecer o comportamento do potencial cliente virtual, para saber criar oportunidades, e corresponder às expectativas", afirma o diretor da Kyu Design Gráfico.

Priorize a interaçãoA maioria das empresas que busca uma empresa especializada em construção de sites tem em mente um produto institucional, que acaba limitando o potencial de interatividade com o consumidor. "Garantir o feedback das dúvidas, sugestões e reclamações em tempo hábil é importante para garantir a fidelização dos clientes . O sucesso de um site pode ser resumido pelo tripé: navegabilidade, objetividade e visibilidade", acrescenta ele.

No Brasil, 45% das empresas que possuem site, ou seja, menos de um quarto do total, fazem vendas pela internet. Mas possibilitar uma transação de venda completa na internet é um dos recursos que o empresário deve buscar, garantindo a compensação do investimento.

De acordo com o NIC.br, com a venda pela internet, 74% das empresas obtiveram redução dos custos dos negócios, 71% agregaram mais qualidade para o consumidor, 69% tiveram o tempo de transação comercial reduzido, 58% registraram vantagem na equiparação à concorrência e 49% conseguiram aumento do número de vendas e de consumidores.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Sábado, 9 de Agosto de 2008

VII Seminário Banco Central sobre Microfinanças


Microfinanças abrangem operações financeiras destinadas à população debaixa renda, inclusive empreendedores, como os "conta própria" e os informais. O acesso ao crédito produtivo e a serviços financeiros destinados a segmentos hiposuficientes visam a inserção produtiva nos circuitos sócio-econômicos, redistribuindo renda e nivelando, um pouco, pelo menos, a competitividade e sustentabilidade desses negócios. O aspecto monetário/capitalista dos serviços financeiros não é foco principal dessa atividade. Esse foco é dividido com o estabelecimento de uma relação não-assistencialista entre a instituição financeira e o cliente, auxiliando no desenvolvimento equilibrado e sustentável de atividades produtivas. Cabe lembrar que crédito pode ser remédio ou veneno. Tomar recursos emprestados no mercado deve ser muito bem avaliado.

O Banco Central promove Seminário sobre o tema nos dias 29 de setembro a 1º de outubro. Para conhecer o programa e fazer a inscrição, basta clicar AQUI.

Para conhecer mais sobre microfinanças e acesso a serviços financeiros, basta clicar AQUI e AQUI.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Cartilha "Como Vender para o Governo"


O governo de Minas Gerais e entidades empresariais como o Sebrae-MG e CDL lançaram cartilha que explica os conceitos da licitação e dá uma luz aos empresários que querem vender para o governo por meio dos mecanismos criados pela Lei Geral da MPE. Apesar de ser feita pelo governo de MG, pode ser lida por empresários de qualquer estado, já que os conceitos são nacionais.

Para fazer o download da cartilha basta clicar AQUI.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Terça-feira, 5 de Agosto de 2008

Tudo para abrir uma empresa


O Sebrae disponibiliza testes, cursos on line e presenciais, planos de negócios, mapa de competências, idéias de negócios, enfim, tudo o que um empreendedor precisa para começar bem um pequeno empreendimento. E tudo isso, gratuitamente. Para a cessar esse grande conjunto de ferramentas, basta clicar AQUI.
PS - Um erro muito comum dos que procuram o Sebrae é confundí-lo com um banco. O Sebrae não empresta dinheiro. No máximo dá garantias a empréstimos, por meio do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas, o FAMPE. Além disso, é claro, orienta acerca das boas possibiidade de acesso a empréstimos e outros serviços financeiros disponíveis no mercado.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Sábado, 2 de Agosto de 2008

Pequenas notáveis, por Miriam Leitão


Um anúncio na "The Economist" desta semana chamava a atenção: era de uma confecção brasileira que teria vencido na competição internacional e virado moda no Vietnã. Essa empresa pode não existir, mas existem 12.000 micro e pequenas companhias do Brasil que já estão no mercado global. No ano passado, juntas, elas exportaram US$ 3 bilhões. A pauta de vendas traz surpresas, como empresas de alta tecnologia. Em número, as micro e pequenas já são a metade das empresas que vendem para o exterior. Em valor, ainda são bem pouco do total: não chegam a 2%, mas são aguerridas e já aprenderam a trabalhar em outros países. Algumas só conseguem existir por causa de vendas e parcerias internacionais.

A PHD Soft é um caso desses. Ela faz softwares para manutenção de grandes construções, sobretudo as de petróleo. O programa, complexo, prevê possíveis problemas e danos nessas estruturas. Se ela trabalhasse só no Brasil, ficaria refém de um único cliente, a Petrobras. A internacionalização permite que se expanda. No ano passado, mesmo com o câmbio contra, 1/3 das vendas foi para o exterior. Este ano, está fechando parcerias com China e Índia. Já vendeu para os EUA e está em contato com empresas da Inglaterra. - Agora vemos grandes oportunidades nos Estados Unidos, por exemplo, adaptando nosso software para a manutenção das pontes - comenta Duperron Marangon Ribeiro, hoje diretor da PHD Soft, mas que, na época em que desenvolveu o sistema, era professor universitário. Atualmente, sua empresa tem 38 funcionários. A maior vitrine deles têm sido as feiras no exterior, onde Duperron conta que viu exemplos interessantes da globalização:- Acabamos ficando visíveis ao mundo. Recebemos currículos de pessoas de vários países querendo trabalhar conosco, oferecer nosso produto. A Índia oferece a parte de terceirização da produção. Entramos num círculo virtuoso da globalização.

Quem liga para a Consuldent - outra pequena empresa exportadora, que vende consultórios dentários portáteis - é atendido por uma secretária eletrônica em português,inglês e espanhol. Cerca de 1/3 das suas vendas são para o exterior; para países vizinhos, Estados Unidos e Europa, e também a África. Essa proporção já foi maior; houve ano em que mais da metade das vendas foi para fora, contudo, com o dólar baixo, as coisas mudaram um pouco. De qualquer forma, o mercado internacional continua sendo um dos principais focos.

A maleta que serve de consultório foi criada por Miguel de Lima, quando ele teve que atender uma paciente em casa. Ela hoje faz sucesso em países africanos, por exemplo, pois, além do preço baixo - a mais barata está em torno de R$ 2.000 - é compacta, o que faz com que possa chegar a áreas mais pobres. A empresa existe desde 2001 e em 2003 passou a exportar pelos Correios. Hoje vende pela internet. - Nossa facilidade nas vendas vem do preço e da inovação. Tanto que estamos conseguindo competir com concorrentes do Canadá e dos Estados Unidos - diz Miguel de Lima. Atualmente a empresa tem representantes no exterior, em Portugal e Espanha, mas o forte dasvendas são os EUA. Os angolanos têm vindo comprar aqui o produto e o levam de volta no avião.

Uma pesquisa do Sebrae feita com micro e pequenas empresas mostrou que, desde 2000, aumentou muito o volume das que vendem para o exterior. Das entrevistadas, 55% exportaram todos os anos. Mais da metade está interessada em aumentar a importância das exportações nos seus negócios. E os principais entraves listados são, na ordem: o câmbio, a burocracia e a tributação. Os mesmos males que atrapalham as grandes.

Segundo dados do Ministério de Desenvolvimento, no caso das microempresas, metade das vendas vai para Estados Unidos, Argentina e Itália. Em se tratando das pequenas, a metade vai para EUA e Argentina. Para elas, a China ainda está distante. Uma pesquisa feita com micro e pequenas empresas mostrou que, desde 2000, aumentou muito o volume das que vendem para o exterior Um caso um pouco diferente, mas que também tem se valido do comércio global, é o da ONG Onda Solidária, de comércio justo, que assessora costureiras em Petrópolis (RJ). Elas começaram produzindo exclusivamente para vender para a França. As costureiras ganham três vezes o que normalmente é pago e a roupa é feita com algodão ecológico, plantado por 20 famílias de pequenos agricultores do Paraná. Eles desenvolveram a marca "Tudo bom?", e o valor agregado fica por conta do comércio politicamente correto. Quando começaram, em 2004, eram 8 costureiras e 2.000 peças foram exportadas. No ano passado, já foram 40 mil; e as costureiras agora são 30. A comercialização é feita por uma empresa no Nordeste, financiada pelo BID.

Globalizar-se traz muitas vantagens para as micro e pequenas empresas: expansão de mercados, troca de tecnologia. Quando o câmbio não favorece (como é o caso agora), o importante é recorrer à inovação, ou a estratégias que façam o nosso produto interessante para o mundo inteiro. O ideal é não ficar só contando com a venda de matérias-primas. Uma das queixas dos pequenos exportadores é que, para muitos setores, ainda falta ao Brasil uma boa marca país, a qual, sem dúvida, é capaz de abrir portas.Quanto ao anúncio da "Economist", ele tratavade uma suposta empresa de fundo de quintal do Rio de Janeiro que fabrica camisetas que são sucesso no Vietnã, país com tradição de confecção. Uma blusa vermelha, com a palavra "maneiro", ilustra a propaganda do HSBC. Quem fez o anúncio, a JWT, não conseguiu nos dizer durante a semana se era ou não um exemplo real. Mas o Brasil está cheio de exemplos reais confirmando que micro e pequenas empresas estão achando o caminho do exterior.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Comitê defende os interesses dos pequenos no Congresso norte americano


O Congresso norte americano tem um comitê que trata exclusivamente de assuntos da microempresa, desde 1941. É mais um dos motivos para termos esse país como grande paradigma quando o assunto é tratamento diferenciado e políticas públicas para as micro e pequenas empresas.

Fazendo uma ligeira comparação entre Brasil e EUA:

Participação das MPE no PIB - Lá 50%, aqui 20%.

Nº de empresas - Lá 25 milhões. Aqui 5 milhões.

Empregos - Lá 51%. Aqui 40%.

Licitações federais - Lá U$ 80 bilhões comprados de MPE. Aqui R$ 10 bi (considerando o salto após a Lei Geral. Antes eram apenas R$ 2 Bi).

E por aí vai.

Vale a pena dar uma olhada nas propostas e nas frentes de trabalho. É só clicar na imagem.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Artigo:Como vender para o governo

Elaborado em 07.2008.

André Silva Spínola

Publicado no jornal Estado de São Paulo de 30 de julho de 2008. Clique AQUI para lê-lo.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

Formas de driblar os entraves e exportar


Para o presidente da Apex, as PMEs podem buscar alternativas em mercados com menos restrições

Paula Pacheco

Do Estadão

Alessandro Teixeira, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a Apex, tem uma agenda atribulada e o passaporte sempre em dia. O economista responde pela área do governo que incentiva as exportações e atrai investimentos estrangeiros ao Brasil. O público interno da Apex são as pequenas e médias empresas (PMEs) interessadas em vender produtos e serviços para outros países. No exterior, Teixeira tem seguido principalmente o movimento do governo rumo a novos mercados, em especial o asiático, africano e latino-americano. Para o economista, com doutorado na Inglaterra em competitividade industrial e inovação, as PMEs devem aproveitar as poucas regras limitadoras de exportação para esses mercados e ampliar as vendas internacionais. Nesta entrevista, Teixeira faz uma análise do atual momento das empresas brasileiras no mercado externo e dá algumas dicas sobre como é possível se adequar ao câmbio e as barreiras comerciais.

Clique AQUI para ler a entrevista.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Vida longa às empresas


Ao abrir um negócio por vocação e se preocupar com a gestão, os empreendedores aumentam a chance de sucesso


Marilena Rocha

Do Estadão

O brasileiro empreende mais e seus negócios sobrevivem mais tempo. A boa notícia deve-se a uma elevação no grau de escolaridade e à crescente conscientização sobre a necessidade de se informar bem antes da empreitada. Se, em 2001, 71% das pequenas e micro empresas de São Paulo fechavam as portas antes de completar cinco anos, em 2005 esse índice baixou para 56%. A média de sobrevivência dos negócios no País, considerando o período entre 2003 e 2005, ficou em 78%, contra os 50,6% registrados entre 2000 e 2002.
O cenário nacional fica ainda mais positivo se a esses índices levantados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) se somarem as conclusões de um estudo internacional que classifica o Brasil como o 9º maior empreendedor do mundo. A Pesquisa GEM, ou Global Entrepreneurship Monitor, que já desenhou o perfil do brasileiro como o de um empreendedor nato, mostra que a taxa média de empresas novas no País, entre 2001 e 2007, é de 12,8% contra a média mundial de 9,07% no período.Aos que criticam o empreendedor nacional por só abrir um negócio em caso de desemprego ou apenas para sobreviver, a GEM mostra que isso também tem mudado.

No ano passado, entre a população de empreendedores iniciais, 57 % (8 milhões de iniciativas) se situaram na categoria oportunidade, contra 43% (cerca de 7 milhões) por conta da necessidade.O estudo, criado em 1999, cobre mais de 50 países ou 95% do PIB mundial. Coordenado pela inglesa London Business Scholl e a americana Babson College, é desenvolvido no Brasil desde 2000 sob a liderança do Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP). Outro dado importante da GEM de 2007 situa o País no 7º lugar (12,71%) quanto à participação da mulher no quadro de empreendedores. Foi a primeira vez que ela ultrapassou o homem, atingindo 52%, ou cerca de 8 milhões de empreendedoras. Em 2001 essa relação era de 71% de homens para 29% de mulheres. Mas a principal motivação delas ainda é a necessidade: 63%, contra 38% no sexo oposto.

Continue a ler essa matéria clicando AQUI.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Certificação digital:O que é? Quais são as vantagens?

A Certificação Digital é uma espécie de assinatura virtual. Ela dá certeza às demais partes de determinados negócios (como transações bancárias, compras e relação com o governo, por exemplo) de que você é você mesmo, o que parece simples, mas não é, quando se está no mundo virtual. Em agosto de 2001, a Medida Provisória 2.200 garantiu a validade jurídica de documentos eletrônicos e a utilização de certificados digitais para atribuir autenticidade e integridade aos documentos. Isso fez da assinatura digital um instrumento válido juridicamente e hoje já há cerca de 600 mil certificados emitidos.

O Certificado Digital também é conhecido como e-cpf (quando os titulares são pessoas físicas) ou e-cnpj(quando os titulares são pessoas jurídicas). Podemos dizer que funciona como um documento virtual de identificação, com dados do titular como nome, e-mail e CPF, além de dois números denominados chave pública e privada. Além disso, há o nome autoridade certificadora responsável pela emissão desse "documento".

Em linhas gerais, a chave privada garante o sigilo dos dados do titular que assina a mensagem e a chave pública dá a condição de compartilhamento da informação criptografada(convertida em códigos altamente complexos e praticamente indecifráveis). O que decifra essas informações criptografadas são as chaves.

Para obter um certificado digital, a pessoas interessada deve, necessariamente, se dirigir a alguma autoridade certificadora. Hoje temos a Serasa, a Fenacon, os Correios, o Serpro, a CertiSign, a IMESP (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo), a PRODEMGE, empresa de tecnologia de informação do Governo de Minas Gerais, a Caixa Econômica Federal, dentre outros. O custo varia, bem com o atendimento posterior (suporte). Por isso é bom pesquisar bem.

Os documentos pedidos são carteira de identidade, CPF, Título de Eleitor, comprovante de residência e número do PIS/PASEP. Pessoas jurídicas devem apresentar registro comercial, no caso de empresa individual, ato constitutivo, estatuto ou contrato social, CNPJ e documentos da pessoa física responsável.

Os tipos de certificados são A1, A2, A3 a A4, que diferem entre si pelo grau de segurança proporcionado. O mais utilizado hoje é o A1, mais simples e, consequentemente, mais barato. Atualmente há um trabalho forte de massificação da certificação digital para pequenas empresas, liderado por um grupo composto por Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, Sebrae, Conselho Federal de Contabilidade, Receita Federal, Câmara-e.net e autoridades certificadoras. Esse trabalho foi responsável pela criação do e-CPF Simples ao custo anual de R$ 155,00.
Algumas das facilidades:

Sistema e-CAC - Centro de Atendimento Virtual ao Contribuinte, da Secretaria da Receita Federal do Brasil. Por esse meio, é possível tomar ciência de pendências que somente poderiam ser informadas presencialmente. Também é possível fazer consultas e retificações, como, por exemplo, nas declarações de imposto de renda e nos recolhimentos de impostos das pessoas jurídicas. Também é possível obter declaração até então dsponíveis apenas nos guichês.
e-DOC - Sistema Integrado de Protocolização e Fluxo de Documentos Eletrônicos na Justiça do Trabalho, pelo qual é possível dar entrada em ações de forma eletrônica. Os documentos do processo (petições, provas, procurações, etc) são enviados eletrônicamente, sem a necessidade da apresentação posterior dos originais. Cabe lembrar que a Lei 11419 de dezembro de 2006 criou o processo judicial eletrônico. Por fim, as decisões também passam a valer pelo rito eletrônico, estando dispensadas da publicação no Diário Oficial em papel, o que pode levar, em alguns casos, até 15 dias.

SISCOMEX - Comércio Exterior. O acesso ao Siscomex Exportação e ao sistema de manifesto de carga no transporte aéreo - Siscomex Mantra - por meio da Internet, permitirá que os exportadores e demais usuários desses sistemas, os acessem de qualquer lugar, sem a necessidade de manter linhas telefônicas ou circuitos dedicados de comunicação.

As transações bancárias passam a estar muito mais seguras, à prova de hackers.(Nesse caso, cuidado. Os bancos podem estar transferindo sua responsabilidade com segurança para o cliente. Portanto, caso o banco exija a certificação, ele deve custeá-la.). Hoje, 80% das operações bancárias são eletrônicas, o que corresponde a cerca de 20 bilhões de transações por ano.
Os cartórios podem autenticar cópias digitais de documentos, bem como reconhecer assinaturas nos mesmos. também já é possível solicitar no site do Cartório 24 Horas certidões de qualquer natureza ou cidade a todos os cartórios brasileiros e receber no endereço indicado, inclusive no exterior.

Para maiores informações sobre a campanha de massificação e redução de custos da certificação digital, clique AQUI. Para acessar uma cartilha sobre o assunto, clique AQUI.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Sábado, 26 de Julho de 2008

Cartão de crédito


O Itaucard divulgou pesquisa que mostra que as compras com cartão de crédito alcançaram 12,9% do consumo familiar no primeiro semestre do ano, dos quais 50.1% foram em compras parceladas e sem juros. Mulheres tem tiquete médio (a prazo) de R$ 213,00 mas parcelam 56% de suas compras. Já os homenes tem um tíquete médio (a prazo) de R$ 272,00 e parcelam menos, 46% de suas compras. A média de todas as transações é de R$ 91,00.

Elas tem 50.2% dos cartões e 45% do volume total de valores transacionados.
Update: Veja AQUI interessante matéria sobre a redução dos custos com cartões de crédito conseguida por empresas que se unem regionalmente.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Quem deve ao fisco entrará na Serasa


Governo vai facilitar a quitação de dívidas, mas quem não pagar terá nome na lista negra de inadimplentes


Adriana Fernandes

do Estadão

O Programa de Incentivo ao Pagamento de Débitos Tributários de Pequeno Valor, que o governo vai adotar em conjunto com um novo modelo de cobrança de dívidas tributárias, favorecerá a extinção, quitação ou parcelamento de dívidas até R$ 10 mil, dependendo do prazo de vencimento. As medidas serão lançadas simultaneamente à inclusão do nome dos devedores na Serasa, uma espécie de lista negra de inadimplentes. "Se estamos facilitando o pagamento, por outro lado, vamos implementar a Serasa", avisou ao Estado o procurador-geral da Fazenda Nacional, Luiz Inácio Adams. Por meio de consulta à Serasa, é possível ter acesso a informações sobre pessoas, empresas e setores da economia para avaliação de risco em operações de crédito ou qualquer tipo de transação comercial. Polêmica, a medida foi anunciada no ano passado pela PGFN, mas até agora não foi adotada.

O programa deve agora ser lançado em agosto por meio de uma medida provisória, junto com outros quatro projetos de lei que pretendem modernizar a cobrança e tornar mais rápida a recuperação de débitos tributários inscritos e não inscritos na dívida ativa da União, que hoje somam R$ 1,3 trilhão. O objetivo do governo é recuperar entre 5% e 10% desses créditos por ano, uma meta ambiciosa se comparada com o resgate atual, que não chega a 1%.Com o programa, o governo quer promover uma "limpeza" no estoque de créditos de pequeno valor de até R$ 10 mil. Os débitos nesse valor vencidos há mais de cincos anos, com data de corte em 31 de dezembro de 2007, serão extintos, medida que vai acabar de uma só vez com 2,1 milhões de processos. Os demais débitos de pequeno valor poderão ser pagos com redução de multas, juros de mora e encargos.

As vantagens serão maiores quanto menor o prazo de pagamento."É uma dívida pulverizada que normalmente agrega muitos processos cujo volume global é relativamente pequeno em comparação ao passivo global", ressaltou.O governo também quer modificar os critérios de parcelamento ordinário de tributos, que pode ser usado pelo contribuinte a qualquer momento e tem prazo de pagamento de até 60 meses. A proposta é permitir que as parcelas de pagamento sejam definidas de acordo com o fluxo de caixa do contribuinte. A mudança beneficiará principalmente as empresas cujas receitas variam devido a fatores sazonais, como as do setor agrícola. Os débitos acima de R$ 100 mil, porém, só poderão ser parcelados se o contribuinte der garantias.A proposta do governo também incorpora vários instrumentos de cobrança que usualmente não são usados, como o pagamento por meio de leilão administrativo e dação em pagamento, que permitirá ao devedor oferecer um bem para pagar a dívida tributária. Pela proposta do governo, o devedor poderá procurar a Caixa Econômica Federal e oferecer um imóvel para a quitação do débito. Segundo Adams, o foco da reforma é evitar que a PGFN tenha que entrar na Justiça com um processo de execução do crédito devido à União. "A execução é muito custosa", disse. Hoje, o custo mínimo é de R$ 14 mil por ação e um processo pode levar, em média, até 16 anos.

NÚMEROS

R$ 10 mil é o limite do valor da dívida que poderá ser extinta, quitada ou parcelada pelo programa a ser lançado pelo governo

2,1 milhões é o número de processos com valores baixos que o governo pretende extingüir

R$ 14 mil é o custo mínimo de cada processo de execução docrédito devido à União

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Eleições à vista: Que tal começar a cobrar o comprometimento dos candidatos com as pequenas empresas?


Em outubro teremos eleições municipais no Brasil. Mais uma. Nessa época as pequenas empresas são sempre lembradas e exaltadas. Afinal são cerca de 60 milhões de pessoas, entre os donos, os formais, os informais, os empregados e seus cônjuges e filhos. Promessas e mais promessas são feitas. Redução de carga tributária, menos burocracia, políticas de acesso ao crédito, dentre uma série de outras coisas.

Passadas as eleições parece que passa também toda a disposição apresentada nas promessas e muito pouco se faz. O Brasil passa por uma excelente fase em termos de políticas públicas focadas nos pequenos negócios, principalmente por causa da Lei Geral da MPE e toda a mobilização para sua aprovação e, agora, para sua efetivação prática.

No entanto, temos 5562 municípios e milhares deles ainda não viram o enorme potencial que esse segmento tem para o seu desenvolvimento e da região. Em vez de ficar sonhando com grandes empresas o prefeito, os vereadores, os secretários deveriam por os pés no chão e fomentar os negócios que lá já existem e aqueles podem ser criados pela própria população para fazer frente à sua demanda interna e regional. Uma das ações que tem surtido maior efeito é o uso do poder de compra do município, que passa a direcionar suas demandas para as empresas locais, através de mecanismos oferecidos pela Lei Geral. Com isso, as empresas do município empregam mais (gente do município), aquecem a economia local, distribuem lucros (que são gastos no município), geram salários (que são gastos no município) e assim por diante. Outro item da pauta de desenvolvimento nacional que depende dos municípios é a redução da burocracia na abertura de empresas. Os alvará hoje são um grande tormento para milhares de empreendedores.

Para que isso fique mais claro, o Sebrae está lançando o Guia do Candidato Empreendedor, com propostas concretas para que os candidatos incorporem em seus planos de governo. Mas esse é apenas um passo, se não houver uma cobrança e um acompanhamento por parte da população, muito desse trabalho pode se perder. É fundamental que bons programas de governo sejam feitos e debatidos, mas também é fundamental que as promessas sejam cumpridas e elas somente o serão se a população exercer seu papel cidadão, tanto na cobrança quanto na colaboração para que sonhos se tornem realidade. É como diz o Guia, "A confiança que você deposita na pequena empresa, o eleitor deposita nas urnas."

Para acessar o "Guia do Candidato Empreendedor" basta clicar AQUI. Também há a versão de bolso.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Jornal Ação pela Lei Geral da Micro e Pequena Empresa


Periódico do Sebrae que visa mostrar o que está acontencendo em torno da Lei Geral, assim como o que não está. Excelente ferramenta para que exerçamos nosso papel de cidadãos, cobrando e exigindo que se cumpra essa lei tão esperada pelo empresariado.

Mostra os destaques na regulamentação da lei e seus principais benefícios, de forma muito prática e cidadã. Não me recordo de um períodico de acompanhamento da implementação de uma lei antes no país. Clique AQUI para ler o nº 2. Outra fonte de informação é o site da Lei Geral (http://www.leigeral.com.br/), também criado pelo Sebrae e que mostra, dentre outras coisas, o status da regulamentação da nova lei, item por item, estado por estado.

Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Add to Technorati Favorites Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

Domingo, 20 de Julho de 2008

Micro e pequenas empresas inovadoras faturam em dobro


Pesquisa do Sebrae SP mostra que a pequena empresa que inovou no último ano se deu bem. 52% delas tiveram crescimento de produção, 46% aumentaram o faturamento, 39% teve maior produtividade da mão-de-obra e 24% contratou mais empregados. Esse resultado representa o dobro do verificado nas empresas que não inovaram.


Clique AQUI para ler a matéria da Agência Sebrae de Notícias e AQUI para fazer o download da pesquisa.


Direito e Gestão Empresarial
Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar esta notícia no Linkk Add to Technorati Favorites Selo Yoomp 110x20 Azul

Sphere: Related Content

<