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Estamos diante de uma impactante oportunidade para revermos como fazemos as coisas e o que somos nos nossos contextos de vida.

Estamos diante de uma impactante oportunidade para revermos como fazemos as coisas e o que somos nos nossos contextos de vida. Já perceberam como afloram, em situações agudas de crise, onde mudam parâmetros íntimos das pessoas envolvidas direta e indiretamente, habilidades para trabalho em equipe, empatia, senso de urgência, dedicação extra? Pensem em como trazer ou aprimorar essas habilidades para nosso cotidiano. Seguindo a linha do meu último artigo, vale essa reflexão para nos tornarmos um pouco mais "antifrágeis" e tirar proveito dos momentos difíceis. #hacks#eficiencia#crise

A crise do Coronavírus pode ensinar muitas coisas para as empresas brasileiras.

Toda crise pode fazer os afetados serem mais fortalecidos. Esse é o conceito de antifrágil que pode ser utilizado pelas empresas para serem mais competitivas e eficientes nesse momento tão difícil. Um dos grandes chavões do mundo empresarial, que ganhou ultrapoderes nos últimos anos graças às startups, é o “não pense na solução e sim nos problemas que você pode resolver para um mercado relevante”. É esse o ponto de partida da maior parte das empresas que inovam e que vencem nos últimos anos. E estamos passando por um problema seríssimo, de escala planetária que é a pandemia do Covid-19, da família Coronavírus. Não é necessário discorrer sobre a natureza ou a gravidade da crise, mas não podemos deixar de vislumbrar seus horizontes, que são bastante indefinidos ainda. Vale avaliar o desmoronamento do mercado de ações, com quedas gigantescas diárias. Uma das características que mais afeta o comportamento dos investidores, e não pode estar de fora de qualquer plano de enfrentamento empresar…

O foguete da transformação digital está passando nas nossas portas. Podemos ser rebocados ou podemos ser passageiros de primeira classe.

E as áreas fundamentais de qualquer negócio onde a transformação digital acontece são: - Estratégia e planejamento - Foco nos clientes e na competição - Operação e processo - Pessoas e organização - Liderança e cultura - Inteligência de mercado, vendas e comercial As vezes falta tempo de reflexão para perceber as mudanças e não nos damos conta de situações como o salto exponencial no uso de smartphones, que de 2012 a 2019 passaram de 1,5 bi para 5 bi. Sejamos instados a instados a refletir sobre possíveis oportunidades no mundo digital que tenhamos vislumbrado (e se houvesse isso?) e pouco tempo depois surgiram do mercado. No mundo digital ser o primeiro não é fundamental e sim ser o mais rápido. De 2011 para cá, as cinco maiores empresas do mundo passaram a ser gigantes digitais. Até então, desde 2001, apenas uma constava nessa lista (Microsoft, depois substituída pela Apple). Entre as dez maiores, são seis. Não adianta mostrar conhecimento em internet e mundo digital antes de 2010. De lá pra…

[FINAL] Série Dados, Privacidade, Negócios e a Nova LGPD – 10 Passos para implementar a nova lei em sua empresa (e umas dicas a mais...)

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Nos artigos anteriores falamos um pouco sobre a desproteção e o gigantismo das relações digitais hoje em dia e o grande desafio da nova regulação brasileira para disciplinar essas relações e direitos (AQUI), sobre a amplitude da LGPD e seus princípios de aplicação (AQUI), sobre os aspectos práticos dos dados pessoais, sensíveis e possibilidades do seu tratamento (AQUI) e também sobre o ciclo de vida dos dados nas empresas e oData Protection Officer(AQUI) Agora vamos fechar a série com uma visão geral e estratégica do contexto amplo e trazer 10 “grandes” passo para se implementar a LGPD nas empresas, ainda com um conjunto de ações mais operacionais elencados por uma pesquisa da Deloitte. Obrigado a todos que leram esse e outros 4 artigos, enviaram seus comentários e feedbacks! Adaptar-se à LGPD é muito mais do que cumprir burocracias. Um ser humano médio toma mais de 4000 decisões por dia, de todos os tipos, e 85% são emocionais, vinculadas a vários estímulos recebidos. Essa massa de dados…

Série Dados, Privacidade, Negócios e a Nova LGPD – O ciclo de vida dos dados na sua empresa e o Data Protection Officer

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Nos artigos anteriores falamos um pouco sobre a desproteção e o gigantismo das relações digitais hoje em dia e o grande desafio da nova regulação brasileira para disciplinar essas relações e direitos (AQUI), sobre a amplitude da LGPD e seus princípios de aplicação (AQUI) e também sobre os aspectos práticos dos dados pessoais, sensíveis e possibilidades do seu tratamento (AQUI) Agora vamos ver um pouco do ciclo de vida dos dados nas empresas e também conhecer a nova figura do DPO/Data Protection Officer e como suas funções podem ser desenvolvidas. Mapeando o ciclo de vida dos dados na sua empresa Toda pessoa natural (profissionais liberais como psicólogos, médicos advogados, etc) ou jurídica de direito público ou privado que lida com dados individuais tem que fazer o mapeamento desse ciclo de vida em todas as suas áreas (relacionamento com clientes, recursos humanos e parceiros), até agosto de 2020, on line e off line. Esse ciclo passa, como já dissemos acima, pela coleta, uso, armazename…

Um carro de Fórmula 1 gera mais dados em um final de semana que a maioria das empresas durante sua vida inteira.

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[BIG DATA] Pensemos um pouco no Big Data. A discussão e a abordagem sobre esse tema são, muitas vezes, banalizadas e muito confusas pelo uso de conceitos leigos, principalmente acerca do "big". Cadastros e planilhas excel, dessas que carregamos em pen drives, por maiores que possam parecer aos olhos leigos, não passam nem perto disso. Muito menos pesquisas quanti e quali feitas com clientes. Para começarmos a falar de big data temos que pensar em quatro características básicas que são volume (volume de verdade, incapaz de ser processado por um simples software de prateleira), velocidade (de obtenção, acumulação, sobreposição), variedade e veracidade. Esses são os famosos 4 "V" do *big data* (e há quem diga que são 5 e até 7). Vocês sabiam que, em um fim de semana de treinos e corrida, UM carro de Fórmula 1, com mais de 300 sensores, fornece 7 bilhões de informações, que ocupam 500 gigabytes? E isso subsidia a tomada de decisão do piloto, de seus engenheiros e estrateg…

Nosso cérebro: Aliado ou Inimigo?

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[NEURO UX] Compartilho aqui alguns pontos muito interessantes sobre neurociências que implicam diretamente nossa performance profissional, marketing, zonas de conforto e criatividade (extraídos de algumas apresentações sobre "Neuro UX"). 1) O cérebro masculino alcança a maturidade com 35 anos e o feminino com 24. 2) Nosso cérebro é naturalmente preguiçoso, induzindo escolhas sempre mais “confortáveis”, seja física, seja psicologicamente. 3) O padrão cerebral é de economia de energia, nos dando a sensação de conforto sempre em situações de previsibilidade, repetitividade e aversão ao novo (riscos). 4) Quanto mais contrariar o cérebro, mais neurônios se ativam e mais conexões acontecem, aumentando o poder da criatividade. Com a plasticidade do cérebro, os neurônios vão se dedicando às novas tarefas. 5) Neurônios “reforçados” por novas atividades podem passar 50 vezes mais informações uns para os outros. 6) Nascem e morrem cerca de 9 mil neurônios por dia. Se fazemos exercícios físic…