Ah, o Cliente ...


A satisfação e lealdade dos clientes de uma empresa são proporcionais, mas não tem a ver com market share ou lucratividade.  Há várias possibilidades de interação com esses clientes, que vão desde os "apóstolos" (defensores da marca) até os subversivos, passando pelos indiferentes.

Para se ter um cliente entusiasta temos que fazer tudo certo, o tempo todo. São clientes advogados, apóstolos, fãs. Para isso temos que ter duas capacidades profissionais fundamentais. Olhar a situação como se fôssemos o cliente e ter atenção aos mínimos detalhes. O cliente tem sempre razão, mas desde que seja um cliente do seu nicho, aquele escolhido como alvo. Dependendo do tipo e perfil do cliente, às vezes é mais eficiente abrir mão dele.

  • Que experiências seus clientes estão divulgando?
  • O que é mais importante para os clientes?
  • Como eles interpretam as experiências?


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Direito e Gestão Empresarial

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